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Data da publicação: quarta-feira, 3 de março de 2010
Postado por Aqipossa Informativo

Parabéns franguinho

Arthur Antunes Coimbra.


Hoje, dia 3 de Março, é o aniversário de ZICO. E o AQIPOSSA, que não deve nada a ninguém, não tem o rabo preso com ninguém e muito menos vende edições do Aqipossa e por isso mesmo não precisa puxar o saco da massa e apoiar a mídia sensacionalista, vem desta vez fazer uma singela homenagem ao franguinho de Quintino.

Franguinho sim, pois numa tentativa de encorpar esse craque de bola – temos que dizer a verdade, ele não era craque, nem sabia bater pênalti – e então utilizá-lo como garoto propaganda para a alienação da massa em prol da FlaGlobo, entupiram o rapaz de fortificantes e transformaram o Arthur em Zico. Mas uma prova de que toda essa carga de medicação foi prejudicial ao atleta, foi o fato de que numa jogada normal num lance contra o Bangu, o “tranqüilo” zagueiro Marcio Nunes deu uma leve raspada no joelho de Zico que acabou ficando sem jogar durante meses.   

Zico faz aniversário dia 3 de março, hoje. E também hoje, mas em 1891, foi criada a regra do pênalti para o futebol. Um faz aniversário do outro. Não podiam ocupar o mesmo espaço juntos, então os Deuses do futebol devem ter dito ao criar Zico: “Esse vai se arrepender de ter nascido hoje.” Dito e feito. Coincidências com datas não foi só essa.

Zico, em 21 de Junho de 1989 estava de volta daquele arranhãozinho que teve no joelho e jogava a final do Carioca contra o Botafogo. Não sei se vocês sabem, mas nem deu pra ver o Zico em campo, só soubemos que Zico estava lá quando o auto falante do Mário Filho anunciou que quem ia ser substituído era ele. 3 anos antes, num mesmo dia 21 de Junho, mas agora em 1986, diante da França, Zico nem estava jogando, e novamente só soubemos do Franguinho de Quintino devido a uma substituição. Ele entrava no jogo justamente para bater um pênalti que classificaria o Brasil para as semifinais. Mas como já sabemos, pênaltis não são o ponto forte do aniversariante de hoje.

Zico é um dos jogadores que foram homenageados com estátuas. No Japão, há uma estatua do Garoto Propaganda do Futebol Global pelos serviços prestados como treinador. Já que como jogador, a única estátua que o mesmo tem, está na França e foi inaugurada rapidinho, já em 22 de Junho de 1986. Os franceses adoram Zico desde a Copa do México.

Como jogador, nada conquistou de valoroso. Até mesmo o tal “mundial de Clubes” não passa de uma Copa Européia/Sulamericana usada para vender carros japoneses. De resto, tudo foi arranjado pela Máfia do Apito. A década de 80 foi a melhor para o herói Francês, que tem até uma grife esportiva sediada na França, a Lê Coc Du Quintino Sportif . Em 1983, foi contratado pelo fraquíssimo time de Udine, que havia acabado de ser promovido da segunda divisão italiana. Depois de muito alarde terminou o campeonato em NONO lugar. A segunda temporada acabou marcada pela luta para não cair, com ele jogando apenas quinze vezes. Outro motivo para o seu desejo em ir embora era o processo que sofria na Justiça Italiana por enviar ilegalmente dinheiro ao Brasil.

Como não se comprovou nada do que dizia a Globo na sua ida para a Itália, (a Globo usava isso para tentar desbancar a Bandeirantes que era líder de audiência no esporte ao transmitir o campeonato italiano) retornou ao Brasil para os títulos mais certos patrocinados pela Máfia do Apito e pela FlaPress em geral. Em 85 voltou ao Flamengo, se assim não fosse, não teria acordo com a Globo, conquistou o título carioca de 86 com as famosas PAPELETAS AMARELAS, o maior flagra de corrupção no futebol e o único comprovado, mas que por ser no Brasil e com aval da Globo, não deu em nada. E mais uma coincidência na vida de Zico: A cor das papeletas era a mesma do Módulo do time campeão Brasileiro de 87 e que a Globo tenta até hoje enganar a todos que foi legítimo. Assim, a despedida de Zico dos títulos no futebol foi meio na mão grande e na mentirada.

Aliás, Zico é o jogador que mais se despediu da vida profissional que o mundo já conheceu, foi despedia do Flamengo, despedida da Seleção, despedida do Maracanã, do Morumbi, do estádio do Olaria, despedida até de time de botão. Mas as mais famosas do mais famoso perdedor de pênaltis do Brasil foram:

Seleção Brasileira - A última vez do galinho com a amarelinha aconteceu em 27 de março de 1989 num jogo entre a Seleção Brasileira e uma equipe representando o Resto do mundo. A equipe do Resto do mundo venceu, por 2 a 1. O jogo foi realizado no Estádio Friuli em Udine na Itália com o público de 41.000 pessoas

Flamengo - A despedida do maior ídolo e artilheiro da história do Flamengo é marcada, em 6 de janeiro de 1990, por um jogo em que o Flamengo e a Seleção de craques nacionais e internacionais, "World cup master" empataram em 2 a 2. O jogo foi realizado no seu palco principal, o Maracanã e teve um público de 150 mil pessoas, sendo 90 mil pagantes.

Kashima Antlers - Em 10 de outubro de 1994, despediu-se em definitivo do futebol japonês e mundial num evento promovido pelo clube Kashima Antlers, num jogo em que enfrentou um combinado de estrangeiros que atuavam no futebol japonês. O jogo terminou empatado em 4 a 4 e o público foi de 38 mil pessoas, capacidade máxima do estádio.

Como vocês viram, o Galinho da Gávea, só não se despediu com vitória. De todas as 153 partidas de despedidas, não houve uma única vitória. Até porque o juiz nesses jogos é amigo de todos.

E se você achava que Zico nunca vestiu uma camisa que não fosse a do Flamengo, veja a verdade no AQIPOSSA e não a mentira na FlaPress:


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