A saúde do Futebol depende dele se libertar da Rede Globo! O Futebol NÃO é vermelho e preto! A FlaPress existe! Sem ter quem
    acredite nela, a mentira não anda. Combata a FlaPress repassando a verdade que você já sabe para amigos NÃO flamenguistas.

Após 4 etapas, cruzeirense lidera o VII Bolão do Aqipossa

Postado por Aqipossa Informativo | sexta-feira, 28 de abril de 2017

Marca dos 100 pontos já foi ultrapassada. A Série A do Bolão vai pegar fogo e a Copa do Aqipossa vai ser muito disputada. Novos participantes ainda podem se inscrever.


O VII Bolão do Aqipossa é um sucesso. É o Bolão com mais participantes de todos. Chegamos à 74 inscritos, o que levou o VII Bolão a ter quatro divisões. O VI Bolão é o primeiro a ser dividido dessa forma e os participantes concorrem num total de 20 em cada série, com exceção da Série D, que não chegou a ficar completa e permanece ainda com 14 bravos inscritos.

E com quatro etapas realizadas, quem lidera a Série A do Bolão do Aqipossa é Ailtonl, torcedor do Cruzeiro. Ailtonl também é o único na Série A que ultrapassou os 100 pontos. Mas os ex-campeões do Bolão, das versões anteriores, estão deixando a desejar.


Anacleto, gremista, único bicampeão do Bolão até hoje, está em quinto lugar. Stinguelzinho, campeão de 2015 mantém a oitava colocação e o atual campeão LKront, amarga a 13º e azarada posição. Mas nada é comparado com Gabrielfrankk, campeão em 2014, que esteve entre os primeiros em quase todas as edições. O gremista Gabriel está na lanterna e só enviou palpites em uma etapa das quatro já realizadas.

Pela Série B, o vascaíno Estuprador de Urubu está liderando também com mais de 100 pontos. Os quatro primeiros vão estar na Série A de 2018. A luta será boa. Já os quatro últimos cairão para a Série C. Dos 20 participantes, 5 ainda não enviaram palpites e estão em péssimas posições.


Falando em Série C, Leosfc117 lidera esta divisão do Bolão do Aqipossa e é torcedor do Santos. Ele e Paulo Costa, vascaíno, também passaram dos 100 pontos e estão muito distantes dos demais colocados, com quase 30 pontos de diferença. A Série C tem muita ausência até agora.. Dos 20, apenas sete já enviaram palpites.


A Série D, no entanto, tem mais ausências que todas. Apenas seis participantes são ativos, mas não chegam a 20 os integrantes. A Série D, por ser a última, não foi ainda completada, tem 14 boleiros. É liderada pelo vascaíno Paulo Costa, com sua segunda inscrição no Bolão. (Não é problema nenhum ter mais de uma inscrição, desde que seja com e-mails diferentes) Notem que Paulo passou dos 100 pontos em ambas as séries.


Você ainda pode se inscrever


O VII Bolão do Aqipossa é dividido em séries, ou divisões, como no Futebol de verdade. Há ainda a estreia da Copa do Aqipossa, com os 64 melhores boleiros, nos mesmos moldes da Copa do Brasil, que todo mundo conhece. A Copa do Aqipossa começará na segunda metade do Bolão.

Você já percebeu que muita gente não enviou palpites no Bolão do Aqipossa, não é, mesmo? São 26 até o momento que estão com zero ponto. Isso significa dizer que apenas 48 participantes dos 64 da Copa do Aqipossa, estão fazendo a parte deles. Há a possibilidade de 16 vagas ficarem abertas, ou preenchidas por sorteio. Você pode garantir sua participação na Copa do Aqipossa e ser um dos dois campeões que o Bolão vai ter em 2017. Obviamente que se inscrevendo agora, você começará na Série D, mas as chances de já subir para a Série C ano que vem, são grandes, já que quem passar o Bolão todo sem enviar palpites, será rebaixado à última divisão do Bolão.

Então, garanta já sua inscrição e participe do VII Bolão do Aqipossa. É GRÁTIS, pô!

Inscreva-se AQUI!

A escória do Futebol: Flamengo, Globo e flamenguistas feitos uns para os outros

Postado por Aqipossa Informativo | segunda-feira, 24 de abril de 2017

Tudo que há de ruim, inaceitável, vergonhoso e desonesto no Futebol, pode ser encontrado no time e nos torcedores, a Imprensa faz parte e é fundamental para que isso ocorra.


Imagem relacionada
O primeiro é podre, sem honra, enlameado na sua história, corrompido, protegido, desnecessário até que exista. A segunda o tornou assim. O terceiro é a desculpa, o alvo, o motivo, o combustível, ou seja lá o que for feito dele pelo primeiro e pelo segundo, mas na verdade é o espelho, o reflexo, a imagem refletida, por incrível que pareça, não invertida, das suas origens. Flamengo e Imprensa não existem hoje, um sem o outro. E o flamenguista, um perfeito idiota, desconhecendo propositalmente a verdade, aplaude de pé, e com vontade, o que convenientemente o agrada à respeito do seu time, o Flamengo.

O flamenguista não tem competência, intelecto ou raciocínio para descobrir a verdade e capacidade sequer para desconfiar que está sendo enganado. E se acaso correr atrás da informação, e por capricho da Natureza, souber ler e compreender, ainda assim, vai fingir que nada leu, nada viu, não sabia, só para se manter na cômoda posição de superioridade, que só ele pensa que existe, embora ela não exista de fato. É inferior. O Flamengo é inferior. Quer queiram ou não.

Não existe time no Brasil que não tenha sido prejudicado pelo Flamengo”. Se essa máxima não existe, o Aqipossa está criando agora. Se já jogou contra o Flamengo ao menos uma vez na história, então já foi prejudicado. Alguém já perdeu uma vaga, já perdeu um título, um jogo, uma classificação… Já teve até time rebaixado em seu lugar. Até a Seleção brasileira já foi prejudicada pelo Flamengo, já que Zico, um bom jogador (e só) perdeu um pênalti e colaborou uns 90% com a desclassificação prematura do Brasil da Copa de 1986. E esse foi o grande feito de Zico pela Seleção, tirando os gols, evidentemente. Fora isso, só é craque no Flamengo.

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Estar sempre querendo o que não é seu, é característica do Flamengo. Assim como negar o que é ruim para sua imagem, muitas vezes passando a própria imagem a um outro clube. O caso de 1987, por exemplo, é o maior exemplo disso. Por 30 anos tentam no Tapetão o que não podem conseguir. Recorrem, reabrem processos fechados, e até à FIFA já recorreram, mas sempre perderam. Mas a Imprensa o protege sempre chamando o Fluminense de rei do Tapetão. Dessa forma, quando se falar em Tapetão, não vão ligar o Flamengo à ele, e sim, o coitado do Fluminense. O mesmo ocorreu em 2013. Ainda sobre 1987, é o maior choro da história de um perdedor. Mas você lembra de quem a Globo disse que era o Chororô, não lembra? Coitado do Botafogo…

O dia 18 de Abril de 2017 foi o dia definitivo para o caso do Brasileirão 87. Na última instância, julgado pelos Ministros do Brasil, foi decidido, trancafiado e finalizado: 87 é do Sport Club do Recife. Mas a Imprensa ainda insiste em defender o clube maldito, alegando que o STF “derrotou” o Flamengo. Não houve derrota nem vitória. Isso aconteceu em 1987. O STF, na prática, apenas disse: “Flamengo, não encha mais o saco do brasileiro”.

Qualquer um, seja quem for, que defenda que o Flamengo é o verdadeiro campeão de 87, é um débil mental. Suas alegações, sejam quais forem, são baseadas em inverdades, mentiras descaradas, falta de informação, desinteresse e medo de estar errado. Se acaso a Natureza permitir manter vivo o flamenguista que esteja disposto a procurar por informações, ele fingirá não ter visto ou lido nada para manter a sua realidade, afinal, ele se sente seguro na mentira, pois não é só ele quem acredita nela. Isso é medo.

Há os que alegam que o Sport não jogou contra time grande. Mas o impediram de jogar pelo menos contra dois, já que Internacional e o próprio Flamengo não quiseram jogar a última fase do campeonato daquele ano. E o jumento que alega isso para se sentir campeão legítimo de 87, sabe que em 1983, por exemplo, ocorreu o mesmo com o Flamengo? Naquele ano, o Flamengo jogou contra apenas dois clubes que já haviam sido campeões brasileiros até um ano antes: Palmeiras e Vasco. Jogou também contra Santos e Corínthians, que ainda não tinham vencido o campeonato brasileiro desde 1971 até 1986. E são apenas esses quatro times, considerados por eles como grandes que o Flamengo jogou para se tornar campeão de 1983. Os outros times (pequenos para eles) foram: Moto Clube, Rio Negro, Paysandu, Tiradentes, Americano, Goiás, Guarani e Atlético-PR. É a conveniência, aliada ao fato de que a Imprensa não vai tocar nesse assunto, somada ao desejo e a necessidade de estar certo a qualquer preço.

Tem os que consideram a desorganização da CBF para tomarem como verdade que a CBF não organizou o campeonato daquele ano. Como a Imprensa não vai contar a verdade, ninguém vai lembrar que a CBF organizou sim, com a ajuda do próprio Clube dos 13, que acabou fazendo o trabalho todo. O problema é que ainda tinham mais 19 clubes que iriam participar do certame, 3 deles, aceitos pelos 13 clubes. Formaram assim o Módulo Verde. Olha que fácil para qualquer um compreender: Se a CBF não organizou o campeonato, porque diabos o Clube dos 13 chamaria de módulo, algo que seria único? Porque diferenciar um do outro? O fato é que a CBF foi uma mãe para os 16 times que formaram o Módulo Verde. A Globo jamais confessará, mas por causa dela, a CBF só teve uma saída para realizar o brasileiro de 87 sem prejudicar os clubes. É porque a Globo já havia pago aos clubes pela transmissão dos jogos sem pedir autorização da entidade. Qualquer semelhança com a recente destruição do Clube dos 13 não é mera coincidência. A CBF então decidiu manter os 16 de um lado e os outros 16 do outro e determinou que os campeões de cada turno se enfrentariam num quadrangular para decidir o campeão e os representantes do Brasil na Libertadores de 1988.

Mas a maioria mesmo, acredita piamente que CBF decidiu tudo muito tempo depois. “Viram o sucesso do campeonato feito pelo Clube dos 13 e decidiram fazer o seu”. (Você já ouviu isso antes) O quadrúpede que diz isso, é um infeliz. A não ser que a CBF fosse profeta. Quase ninguém tem ideia de quando começou o Módulo Verde e quanto tempo depois começou o Módulo Amarelo. Talvez seja uma surpresa até para o torcedor mais inteligente, ou seja, o não flamenguista, saber levou apenas dois dias entre o primeiro jogo pelo Verde e o primeiro pelo Amarelo. A competição começou no dia 11 de Setembro pelo Módulo Verde, numa Sexta-feira, e 13 de Setembro pelo Módulo Amarelo. Independente de saber os dias exatos, saber que o primeiro jogo do Módulo Verde foi numa Sexta-feira e o primeiro do Módulo Amarelo foi no Domingo seguinte, já esclarece muita coisa sobre esse argumento. É impossível aceitar que em dois dias, a CBF reuniu 16 times, confeccionou uma tabela, sorteou juízes, avisou os times, e isso sem falar na confecção dos ingressos.

Jornal do Brasil, 9 de Setembro de 1987 - Pág 23.

Mesmo que você não seja flamenguista, pare de bancar o otário pensando que o regulamento do Brasileirão de 1987 não previa o quadrangular antes do seu início. Você só está engolindo o que a Imprensa mastigou pra você. Um dos motivos para que o América-RJ tenha abandonado o Módulo Amarelo é que a CBF não conseguia garantir à tempo, que o Clube dos 13 aceitasse o quadrangular final, além de claro, ter sido o quarto colocado em 1986 e querer estar no Módulo Verde. (O Clube dos 13 chamava de 1ª divisão o Módulo Verde, então o América entendia que tinha o direito de estar entre os 16 clubes, estes, que recebiam mais dinheiro pelo contrato com a Globo) Resta saber como alguém pode acreditar que o quadrangular foi imposto depois, se antes mesmo de começar o campeonato, isso já era uma determinação da CBF.

Jornal do Brasil, 25 de Julho de 1987, Pág 24 .

Jornal dos Sports, 31 de Agosto de 1987, Pág 2.

E quanto aos idiotas que querem que o Flamengo seja reconhecido como campeão brasileiro de 1987, vai uma dica: O quadrangular, que já mostramos acima, era previsto desde antes do início do torneio, fazia parte da competição. O Flamengo se recusou a jogar essa fase final, que tinha jogos de ida e volta, portanto, 6 jogos. Não comparecendo aos jogos, perdeu todos por WO. E a CBF determinava que quem não cumprisse a tabela, seria suspenso por 1 ano. Isso significa dizer que o Flamengo, suspenso para 1988, deveria jogar a Série B em 1989.

Jornal Folha de São Paulo sobre Brasileirão de 1987

Ganhar no grito, ganhar roubado, gostar que seja assim. Isso é coisa pertinente ao Flamengo e seus torcedores. O clube não soma nada ao Futebol no Brasil. Arrogância e prepotência são os ingredientes para forçar o torcedor brasileiro a aceitá-lo como algo que ele não é. Incapaz de andar sozinho, dependente da mídia, vive da ilusão de quem acredita na FlaPress. Sua imagem está ligada ao que há de errado na conduta de qualquer ser humano. São maioria nas penitenciárias, são vistos vestindo o trapo vermelho e preto quando são presos pela polícia. Sua torcida é formada por delinquentes, assassinos e bandidos de todo tipo. Não se incomodar de ser confundido com esse tipo de gente faz do flamenguista a imagem fiel do time. Nenhum pai é digno, se permite que seu filho escolha algo tão mal visto por todos. Qualquer pessoa decente teria vergonha de assumir que torce para um time que nada é, mas diz que é o melhor em tudo. A história está ali mesmo, para contradizer a Imprensa manipuladora. Basta procurar e se aprofundar.

O flamenguista é aquele cara que vive tanto na mentira, que já se confunde com ela. Acostumou-se tanto a ser protegido, que tem absoluta certeza que o que quer que seja dito contra seu time, é mentira. É a cômoda afirmação da “inveja”. Suas defesas contra a fuga do imaginário em direção à realidade são originadas na Imprensa. É a FlaPress que esconde o que é ruim dele e aumenta, e até inventa, o que pode ser bom. Até 1980, a Copa Européia-Sulamericana era tratada exatamente por esse nome, e é o que está escrito nela, incluindo a do Flamengo lá na Gávea. Mas ao se deparar com o Flamengo campeão da Libertadores, o jornal O Globo passou a chamá-la de mundial à partir de então. Qualquer um pode conferir isso no Acervo Globo On Line. Basta procurar pelas decisões do Santos e do Cruzeiro. Mas o flamenguista vai verificar isso para assinar atestado de imbecil? Vai nada! Ele gosta do que é errado. Nem discute. Nem responde. Não precisa. A regra deles é encontrar um porto seguro para tudo. O mais comum é dizer que todos tem “inveja do mengão”.

O flamenguista não pode ser levado à sério. Excesso de arrogância e falta de humildade aliados a extrema dificuldade de raciocínio, transformaram esse indivíduo em um torcedor do Flamengo. E falta base nos pensamentos simplórios dos flamenguistas, que se apegam à qualquer coisa para se manterem no conforto da aceitação da mentira, ou seja, da sua própria realidade. A fragilidade dos seus argumentos é inversamente proporcional ao potencial de raciocínio do mesmo.

Em 36 jogos contra os 3 rivais do Rio, apenas 9 vitórias do Flamengo

Postado por Aqipossa Informativo | terça-feira, 18 de abril de 2017

Em recente retrospecto dos jogos do Flamengo contra Vasco, Fluminense e Botafogo, time rubro negro leva a pior e venceu apenas 25% das vezes. Mas a Imprensa diz que o Flamengo não tem rivais no Rio de Janeiro.


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O Futebol é uma caixinha de surpresas, como diz o antigo e já batido ditado, muito usado pelos jornalistas esportivos em transmissões de jogos nas rádios e televisões. Só não é mais surpresa pra ninguém o que a FlaPress faz para proteger e manter a imagem do Flamengo sempre como um time superior. Na verdade o time da Gávea nada mais é que um placebo para os doentes flamenguistas.

O torcedor comum que não se aprofunda muito no Futebol e muito menos no histórico do seu time, seja ele qual for, terá dificuldades para acreditar que o “super-poderoso” Flamengo não passa de um reles e desprezível clube no qual a informação que a Imprensa passa dele, não bate com a realidade nua e crua.

Sabe lá a dificuldade que é para o torcedor manipulado pela FlaPress aceitar que nos últimos 36 jogos do Flamengo contra Vasco, Fluminense e Botafogo, o mesmo não chegou a ter 10 vitórias? Essas coisas acontecem porque se o retrospecto fosse favorável ao Flamengo, já teriam feito uma matéria sobre isso que se repetiria no Globo Esporte, Fantástico e até na Ana Maria Braga.

Mas essa é a realidade do eterno pequeno protegido pela mídia Flamengo. Acompanhe abaixo, os últimos 12 jogos contra cada um dos 3 adversários do Rio de Janeiro que o Flamengo fez:

Jogos contra o Vasco da Gama


12/04/15 - Vasco 0 x 0 Flamengo
19/04/15 - Vasco 1 x 0 Flamengo
28/06/15 - Vasco 1 x 0 Flamengo
19/08/15 - Vasco 1 x 0 Flamengo
26/08/15 - Vasco 1 x 1 Flamengo
27/09/15 - Vasco 2 x 1 Flamengo
14/02/16 - Vasco 1 x 0 Flamengo
30/03/16 - Vasco 1 x 1 Flamengo
24/04/16 - Vasco 2 x 0 Flamengo
25/02/17 - Vasco 0 x 1 Flamengo
26/03/17 - Vasco 2 x 2 Flamengo
08/04/17 - Vasco 0 x 0 Flamengo

Total: 6 vitórias do Vasco, 5 empates e 1 vitória do Flamengo.

Jogos contra o Fluminense:


08/02/14 - Fluminense 3 x 0 Flamengo
11/05/14 - Fluminense 2 x 0 Flamengo
21/09/14 - Fluminense 1 x 1 Flamengo
05/04/15 - Fluminense 0 x 3 Flamengo
31/05/15 - Fluminense 3 x 2 Flamengo
06/09/15 - Fluminense 1 x 3 Flamengo
21/02/16 - Fluminense 1 x 2 Flamengo
20/03/16 - Fluminense 0 x 0 Flamengo
26/06/16 - Fluminense 2 x 1 Flamengo
13/10/16 - Fluminense 1 x 2 Flamengo
05/03/17 - Fluminense 3 x 3 Flamengo
02/04/17 - Fluminense 1 x 1 Flamengo

Total: 4 vitórias do Fluminense, 4 empates e 4 vitórias do Flamengo.

Jogos contra o Botafogo:


28/07/13 - Botafogo 1 x 1 Flamengo
25/09/13 - Botafogo 1 x 1 Flamengo
13/10/13 - Botafogo 2 x 1 Flamengo
23/10/13 - Botafogo 0 x 4 Flamengo
09/03/14 - Botafogo 0 x 2 Flamengo
27/07/14 - Botafogo 0 x 1 Flamengo
25/10/14 - Botafogo 2 x 1 Flamengo
01/03/15 - Botafogo 1 x 0 Flamengo
02/04/16 - Botafogo 2 x 2 Flamengo
16/07/16 - Botafogo 3 x 3 Flamengo
05/11/16 - Botafogo 0 x 0 Flamengo
12/02/17 - Botafogo 1 x 2 Flamengo

Total: 3 vitórias do Botafogo, 5 empates e 4 vitórias do Flamengo.

A percentagem de vitórias do time da Globo, protegido eterno da Imprensa, é de apenas 25% nesse histórico de 36 jogos. As partidas vão de 2013 à 2017.


Colaboração de Diego Ribeiro.

Globo bancou o mosaico do Flamengo no Maracanã

Postado por Aqipossa Informativo | quinta-feira, 13 de abril de 2017

Foto vaza na Internet e mostra que Globo bancou o mosaico do Flamengo no Maracanã, e o que seria de se esperar, o mosaico ficou uma merda!


Globo bancou o mosaico do Flamengo
O jogo entre Atlético-PR e Flamengo, (vencido no sufoco pelo Flamengo por 2x1) válido pela Libertadores 2017, foi transmitido pela Rede Globo e SporTV para todo o Brasil. Até aí, nada de mais. Chamou a atenção nos dias que antecediam o jogo, a euforia da torcida do Flamengo com um mosaico que seria mostrado no Maracanã, estádio que como se sabe, não será mais utilizado pelo Flamengo devido à divergências com a Lagardère, administradora que venceu a licitação e assume de vez o estádio. O jogo contra o Furacão seria uma espécie de despedida do Maraca.

Festa… Muita festa. Chamadas nos intervalos da programação da emissora e capas de jornais chamando a torcida para o estádio. A Globo bancou o mosaico do Flamengo. E ficou uma merda, diga-se de passagem. Um Zico, estático, com o fundo verde, imitando o gramado, que era o que realmente a torcida segurava nas mão, e um imbecil mulambo, com uma bola desenhada na ponta de uma vara, correndo alegre com a vara na mão, imitando um chute, repetimos, de um estático Zico, até outro estático goleiro adversário, para simbolizar um gol do Pé Frio de Quintino. Na verdade, um dos gols do Flamengo na final contra o Cobreloa, em pré-histórico 1981.

Globo bancou o mosaico do Flamengo no Maracanã


Não bastando que de 3D de fato era o fundo verde e nada mais, o que virou piada imediata nas redes sociais, um dos flamenguistas, burro suficiente para tirar uma foto dos preparativos, divulgando a placa verde do mosaico, mostrou o que todo mundo já sabe: A Globo banca o Flamengo e sua torcida. Ficou nítido na imagem a logomarca do SporTV e os dizeres “mais um mosaico”, pra não deixar dúvidas.

Imagem mostra que Globo bancou o mosaico do Flamengo

Flamenguista segurando a vara e a bola do Zico

Detalhe da logomarca SporTV no mosaico do Flamengo

O mais patético foi os organizadores pedirem que não se tirassem as peças do lugar para não sair nada errado, mas caramba, era tudo verde!!

Instruções para estúpidos seguirem

E Zico? Que bonito que ele ficou parecido com o Zumbi de Thriller, não é mesmo?

Zico parecendo um Zumbi no mosaico do Flamengo

Quanto ao movimento que o mosaico faria, se limitou a idiotas flamenguistas movimentando um trapo encardido, com a imagem de Zico, estático, por se tratar de um desenho, balançando o pano.

O mais horrível dos mosaicos do Flamengo

Nem vamos dizer nada sobre o flamenguista mexendo nas bolas do goleiro:

Sem palavras...

Isso tudo, ao vivo, pela Globo, a patrocinadora eterna do Flamengo. Um time exclusivo da emissora. Resumindo a história: A Globo bancou o mosaico do Flamengo no Maracanã e o Flamengo é uma piada eterna.

O futuro do Futebol brasileiro

Postado por Aqipossa Informativo | terça-feira, 4 de abril de 2017

O torcedor deve começar a agir para mudar definitivamente o Futebol brasileiro, afastando a Globo e quebrando a preferência dos clubes da emissora. Veja as ideias e a sugestão de leitor do Aqipossa.


Guest post por Marcos Ezequiel.

Fora Globo!
O Futebol brasileiro não depende de Corinthians e Flamengo. Deixando-os de fora dos campeonatos nacionais é deixar a maldita Globo de fora do Futebol brasileiro. A maior parte do montante das cotas de TV é dividido entre eles, assim como na Espanha, onde dois clubes reinam no mesmo quesito. A diferença é que isso causou a perpetuação de Barcelona e Real Madrid no futebol espanhol, já aqui, a ganância dos dirigentes, e até mesmo citações na Lava Jato (no caso do Corinthians com seu estádio) e financiamento do BNDES às empresas logo depois de fecharem acordo de patrocínio, (caso do Flamengo) falaram mais alto. E mesmo com muito dinheiro vindo da Globo, são times mal estruturados, um não tem departamento médico superior ao dos clubes grandes do seu próprio Estado, e luta nos bastidores para tentar se manter como o mais querido da emissora, o outro foi entregue à MSI/Andrés Sánchez, e se viu cercado pelas organizadas.

Espero que esse G5 (Palmeiras, Santos, Atlético Paranaense, Coritiba e Bahia) se transforme em algo maior, que mais clubes possam aderir à ideia de banir a globo do futebol brasileiro, pois é ela que está causando mal não só ao nosso futebol, mas ao nosso país também. O clássico entre Atlético Paranaense e Coritiba, transmitido no YouTube e no Facebook, foi o primeiro passo para que outras emissoras entrem na briga pelos direitos de transmissão do futebol brasileiro.

Bom, pra terminar esse assunto, gostaria de deixar uma sugestão para todos os torcedores que querem, realmente, o futebol brasileiro melhor. Lá vai:

1° - Conscientizem os jogadores, dirigentes, treinadores, preparadores físicos, a própria torcida do seu time sobre o que é a FlaPress e seus males, façam com que estes criem diversos protestos contra a Globo, contra a FlaPress e contra a espanholização do Futebol brasileiro - promovido pela própria emissora e seus asseclas - dentro de campo, dentro das arquibancadas e fora deles, inclusive nas redes sociais.

2° - Criem bandeiras, faixas, mosaicos, músicas protestando contra a Globo e contra a FlaPress.

3° - Boicotem a FlaPress e todos os seus produtos, boicotem os times da Globo também (Flamengo e Corinthians).

4° - Criem campanhas nas redes sociais para que as três sugestões acima funcionem de forma eficaz.



Imagem de Ivan Cabral

Globo esconde pênalti não marcado contra o Vasco para blindar o Flamengo

Postado por Aqipossa Informativo | quarta-feira, 29 de março de 2017

Globo não repete lance claro de puxão na camisa em jogador do Vasco dentro da área e faz torcedor acreditar que o Flamengo foi prejudicado. Mas a verdade apareceu sobre o Clássico que terminou 2x2.


Eram 47 minutos do segundo tempo quando o árbitro Luis Antônio Silva dos Santos, o Índio, viu um pênalti que ninguém mais viu. A Imprensa, baseada nas imagens da Globo, que transmitia a partida, indignada, fez o que dela se esperava: Mostrar a irregularidade. O fato da mesma Imprensa achar normal esconder irregularidades favoráveis ao Flamengo, como em 2014 contra o próprio Vasco da Gama é outra história...

Mas a indignação estava muito acintosa. Foi um chororô flamenguista gigantesco. Um desvio de atenção na verdade, que ia dando certo até o Casaca divulgar um vídeo, com impressionante clareza, de um pênalti à favor do Vasco, 3 minutos antes, diante de Índio, o juiz, que nada viu dessa vez. Ou viu? Não importa se viu ou não, pois a Globo viu, nada falou, escondeu e induziu o torcedor do todo Brasil a pensar que o Vasco se beneficiou com o pênalti inexistente.

Citamos 2013, quando a imprensa, Globo e Lance, já sabiam ainda no primeiro tempo de Flamengo x Cruzeiro, que André Santos estava jogando irregularmente, porque internautas faziam comentários sobre isso nas páginas de citados sites, e esconde que o Flamengo passaria a ter risco de rebaixamento. Assim como em 2013, a Globo resolveu não mostrar o que ela tinha em mãos: Um pênalti claro à favor do Vasco, aos 44 minutos do segundo tempo, três minutos antes, de Índio se equivocar e marcar outro, inexistente.

Convenhamos… Se ele não marcou o verdadeiro, foi um erro. Se marcou o falso, também foi um erro. Mas a tendenciosa FlaPress imediatamente fuzilou o Vasco da Gama com acusações de ter sido beneficiado na partida. Bem, o saldo ainda é negativo para Vasco, nada de benefício. Luis Fabiano ter sido expulso por nada e o pênalti não marcado aos 44, poderiam ter sido decisivos ao cruzmaltino, pelo simples fato de que até a expulsão teatral de Luis, o Vasco vencia o jogo com sobras e poderia estar vencendo até o final. Que dirá um pênalti marcado aos 44 com o time ainda na frente do placar. Na pior das hipóteses, 2x0 Vasco, se converte-se o pênalti dos 44 minutos. Mas de 3 pontos, ficou com apenas 1. Cada vez fica melhor aceitar que o erro contra o Flamengo foi mesmo um reembolso, como disseram os vascaínos após o jogo.

Mas qual foi o foco da Imprensa? O Vasco ser prejudicado, como foi e que a Imprensa internacional noticiou como simulação e teatro do juiz? Claro que não… O que a FlaPress fez?

Ela focou no fato do juiz errar na marcação do pênalti, mas o segundo, já que o primeiro ele também errou ao não marcar. Em letras garrafais, mantiveram por tempo excedente, mas importante para a FlaPress, que o Flamengo havia sido prejudicado, tanto, que o juiz já havia até sido suspenso. Triste tática já desmascarada... No dia seguinte todo mundo já defendia o Flamengo e acusava Eurico de inúmeras falcatruas com a FFERJ.

Mas isso só foi possível, porque ela, a Globo, escondeu do público, o primeiro pênalti, o não marcado. Novamente voltamos à 2013, quando ela escondeu que o Flamengo errou primeiro no Sábado escalando André Santos e só depois a Portuguesa, no Domingo, escalou Héverton. Qualquer idiota desse mundo, com apenas meia dúzia de neurônios, consegue perceber que após o julgamento dos casos, o Flamengo que jogou Sábado, perdeu os 4 pontos, ficando atrás do Fluminense, entrando na zona do rebaixamento, então, por ter jogado no Domingo, a Portuguesa ao perder os mesmos 4 pontos, ficou atrás do Flamengo, salvando este do rebaixamento.

A Globo escondeu o primeiro erro, a não marcação do pênalti à favor do Vasco, porque não queria mostrar pra ninguém que o Flamengo estava sendo beneficiado. Mas ela não imaginava que seria em vão. O árbitro, por incompetência ou não, errou marcando outro, que não existiu. Restava à Globo torcer para a bola não entrar. Mas ia ser um prato cheio! Que sorte da FlaPress!!!

Escondendo algo contra o Flamengo, um pênalti inexistente caindo no colo das oportunidades. se não convertesse o pênalti, Nenê daria à FlaPress, o final de chave de ouro: “Flamengo vence jogando contra o Vasco e a arbitragem”.

Mas o destino não quis assim e Nenê empatou a partida. Restava à Globo sufocar a verdade escondendo o primeiro pênalti.

Até se meter a falar da religião de Nenê e de sua fé, fizeram, porque o atleta levantou os braços, após ter imaginado que a bola teria tocado no braço do atleta rubro-negro, como aliás declarou em entrevista logo após a partida. Nenê virou alvo de virtuais inquisidores da mídia, exposto de maneira lamentável por julgadores e não formadores de opinião.” - Casaca.

Mas o destino queria mais diferente ainda. O destino queria mostrar que honestidade não é para qualquer um, muito menos para quem anda de vermelho e preto…

Por Casaca.com

O fair play é relativo


Desde domingo, ninguém cala o chororô. Chora o presidente, chora o gerente, chora o time inteiro, chora a imprensa rubro-negra isenta, chora o torcedor. A insistência no tema tem uma intenção: criminalizar o Vasco até que, num possível encontro na fase final, estejam justificados possíveis erros contra o clube. Espécie de pressão preventiva.

O foco ficou restrito ao pênalti mal marcado a favor do Vasco. Não se falou no lance em que o atleta Everton, do Flamengo, deveria ter sido expulso. Não se falou que a falta cometida por Luis Fabiano, que originou o seu cartão amarelo, foi fruto de um tropeço do atacante, que derruba o volante Márcio Araújo quase sem querer. Pouco se discutiu a respeito da expulsão, absolutamente contestável.

No afã da criminalização do Vasco e de seus atletas, houve quem falasse (...) em fair play. Sim, estes chegaram a defender que, houvesse honestidade, o Vasco sequer deveria aceitar bater o pênalti. Ora, ora. Justamente diante do time do “roubado é mais gostoso”.  Espécie de piada moralista executada por alguns puritanos da boca para fora. Os hipócritas de sempre.

(...)

O que eles não esperavam é que uma imagem surgisse do quase nada. Quase nada porque, por falta de fair play na transmissão, a emissora detentora dos direitos não reprisou o lance. O narrador, por falta de fair play, não tocou no assunto. O comentarista, por falta de fair play, nada mencionou. Os especialistas rubro-negros isentos, que comentaram a partida em várias bancadas no pós-jogo, por falta de fair play, nada disseram. Os jogadores do Flamengo, tão indignados no pênalti marcado, por falta de fair play, não acusaram o pênalti cometido por um companheiro. Rodrigo Caetano, por falta de fair play, fez vista grossa. Bandeira, o homem competente de bem, por falta de fair play, sequer analisou o lance.

Mas, em homenagem a você, vascaíno, fomos procurar o lance quase perdido. O lance que quiseram esconder como apenas mais um. Ele está aí abaixo. Ele mostra que o fair play exigido por essa gente é relativo. Fair play é aquilo que eles desejam que seja praticado quando o time que eles preferem que vença é teoricamente prejudicado. Mas, e se for o contrário? Bem, caso contrário, roubado é mais gostoso. A papeleta é amarela. E o Wright é nosso. Aha, Uhu."