A saúde do Futebol depende dele se libertar da Rede Globo! O Futebol NÃO é vermelho e preto! A FlaPress existe! Sem ter quem
    acredite nela, a mentira não anda. Combata a FlaPress repassando a verdade que você já sabe para amigos NÃO flamenguistas.

Flamengo, o ex-finalista do mundial FIFA 2017

Postado por Aqipossa Informativo | sábado, 20 de maio de 2017

Matérias falsas, lunáticas, deturpadas e tendenciosas serão a salvação do Flamengo na mídia, após a realidade aparecer mais uma vez, nua e crua.


(Guestpost de Freitas, via e-mail)

Eliminados na 1ª fase mais uma vez


A sucursal da Gávea no O Globo está revoltada. A redação já escolheu seus culpados para lançar sua ira. Dias antes, seus colunistas uniformizados com o abadá do inferno apontavam o mengaum como um dos favoritos ao brasileiro e finalista em Dubai.

Mas baseado em quê, esses iludidos publicavam seus sonhos delirantes? Ops, desculpem, errei tudo: Baseado em que, esses prezados e imparciais jornalistas publicavam suas projeções sobre o mengaum? Ops, parece que o menos fanático deles (FC) ficou envergonhado e lançou uma mea desculpa hoje… (19 de Maio de 2017)

Ora, vamos lá: O retrospecto recente do ex-finalista do mundial FIFA 2017 foi o seguinte:

1) Não conseguiram ganhar do temido, bem montado e arrumado Vasco da Gama na semifinal do inócuo 2º turno.
2) Venceram o quarto time reserva do Botafogo com tremendo sufoco.
3) Foram vencidos pela mescla dos reservas e molecada de Xerém na taça Guanabara. (onde não teve golpe de Karatê liberado pela arbitragem)
4) Venceram o Flu graças a um passe açucarado do adversário, no caso, o pavoroso Chaves.
5) Levaram o título carioca mais uma vez de forma suja. Mas sem remorsos, pois afinal, “roubado é mais gostoso”.
6) Venceram o arremedo do time do papa que não jogava há dois séculos... E essa vitória alimentou a ilusão dos buchas.
7) Não conseguiram passar pelo Atlético-GO, o Barcelona brasileiro, em pleno Maracanã pela Copa do Brasil.

Realmente um retrospecto para trazer confiança! Sensacional! Esses delirantes!

Agora deverão crucificar o Zé Ricardo. O técnico, que é tricolor mas a flapress evita o assunto, vai ser fritado. Ele é tricolor, não é mágico! Quem arma esquemas sujos extra-campo é a diretoria e não o jovem treinador.

Mudando de assunto, mas ainda falando do clube mais sujo do país, e o capitão do Mais Fudido, hein? Mal acaba de sair um que, em conjunto com o marido, matou mulher indefesa e chega outro propondo o jogo de compadres! Rever mostrou que já está adaptado ao clube. Certamente ele foi apenas o porta-voz do que já havia sido acertado no ninho do urubu, mas… Faltou combinar com os russos. Para um clube sujo, nada mais natural que propostas sórdidas. Aliás, isso faz lembrar o saudoso Felipe na campanha de 2009 que foi flagrado e julgado (?) em mais um ato espúrio, digno do caráter rubro-negro. Infelizmente, logo após a doação de pontos em SP, o país viu a entrega no Maracanã e o título sem mérito, sem vergonha, sem reconhecimento, mas que eles dizem que foi… Na raça!

Agora segue o barco. Os delírios e a torcida alucinada na filial jornalística da molambada vão continuar. Paulo César Caju tem que defender o dele, se segurando para não esculachar ou contrariar muito os demais colunistas jogadores de botão de mesa e uniformizados com a camisa do crime organizado carioca.

A tragicomédia não para por aí. Pouco tempo atrás publicaram página inteira e artigos chorosos sobre a ratificação do título legítimo do Sport. Em tempos de Lava-Jato, onde está o contraditório? Nenhuma coluna dispensada para quem defende a lei e os fatos? Nenhuma vergonha em afrontar a lei? Não… Tenho certeza que não. Lei e rubro-negros nunca se deram bem. Foram 3 décadas jogando no campo judicial... Tentando levar a taça via petição, processo, grito, esperneios e etc. Mas não teve jeito. Esse exaustivo tapetão não deu certo. Ratificado: A taça do urubu é de isopor. Só restarão agora as publicações desonestas e que afrontam a realidade. Chupa!

Bem, mais uma eliminação de primeira fase do time fodástico, e então agora só resta rechear de reportagens apresentando a nova joia (?) do Fra. Aquele que quando estreou entre os profissionais, comeu a bola e encantou o mundo!

Adryans, Mattheus, Neguebas, Thomas, etc, etc etc... Carente, a Globo segue sonhando e tentando criar ídolos para o seu produto, mas como sabemos, o framengo revela muita coisa, (principalmente para as páginas policiais) mas craque mesmo... Só na ilusão dos redatores e repórteres torcedores. A propósito, essa exposição/promoção acentuada do Vinícius Junior é pura esperança, ou rola um por fora para valorizar o guri? Sabe como é, né? Clube sujo… Mídia parcial... Olha a dobradinha aí! Se eu bem conheço os rubro-negros…

Einalizando, apesar das matérias falsas, lunáticas, deturpadas e/ou tendenciosas, as vezes a redação tira um 10! Quero parabenizar pela escolha do mais novo molambo, ops, comentarista rubro-negro do jornal. Não há como negar que ele representa fielmente a “nassão”! Com a baixa instrução, o passado de pequenos delitos e sua apologia às drogas, o rapper é sem dúvida, apropriado para a nova função. Por sorte dele, o talento com a música garantiu que este rubro-negro não estivesse morto ou curtindo Bangu I na companhia da grande torcida flamenguista. De qualquer forma, se ele for preso mais uma vez por aí ou tiver uma overdose, é bom ter alguém a altura para substituí-lo… Quem sabe MC Serginho? Talvez o boleiro Luís Antônio se também não estiver preso, claro. Pra escrever delírios, ilusões e vibrar com gol/título que, “roubado é mais gostoso”, não será nem um pouco difícil. Basta ser rubro-negro.

Chupa molambada.

Por uma imprensa imparcial, honesta e responsável

Freitas

Esquema com a FFERJ colocou o Flamengo com mais títulos que os rivais.

Postado por Aqipossa Informativo | sexta-feira, 19 de maio de 2017

Vasco, Botafogo e Fluminense são prejudicados por esquema desde 1998. Tetracampeonato do Flamengo e total de títulos eram as metas.


Não é o Flamengo ter sido campeão carioca em 2017 que incomoda os demais torcedores, mas sim, da forma como isso aconteceu. Não pensem que apenas os tricolores estão tristes, enraivecidos ou putos da vida, pra falar de maneira mais clara. Somos todos nós, vascaínos, botafoguenses e tricolores. Existem apenas duas coisas certas no Futebol aqui no Brasil: Ou um time já foi prejudicado para favorecerem o Flamengo, ou ainda será. Não se precisa ir muito atrás no tempo, não. Basta lembrar de Capitão Leo, ex-conselheiro do Flamengo, e suas declarações no Facebook em 2014:

Antes da nossa presença na FERJ, quem mandava lá era o coirmão CRVG e quem tinha mais títulos era o FFC. Depois de Dez anos na casa, nós colocamos o Flamengo com mais títulos no rio e com voz ativa na Federação.


Capitão Leo deixa claro que o Flamengo está em casa na FFERJ: “Depois de Dez anos na casa…” “Nós colocamos”.

Com a declaração de 2014, temos uma conta simples, que é difícil apenas para flamenguistas: 2014 - 10 = 2004. Em vista disso, podemos ver o que houve de 2004 em diante nos títulos estaduais do Rio de Janeiro.

Estamos em 2017 e desde 2004 foram 14 campeonatos disputados. No período anterior equivalente, 1990 à 2003, outros 14 campeonatos. Entre 1990 e 2003, os títulos foram divididos entre Vasco e Flamengo, cada um com 5 campeonatos conquistados. Ambos tiveram um tri. Fluminense e Botafogo ficaram com 2 títulos cada um. Este período teve a seguinte relação de títulos entre os 4 times do Rio de Janeiro:

35,71% - Flamengo
35,71% - Vasco
14,29% - Botafogo
14,29% - Fluminense

Até 1989, um ano antes de nossos parâmetros, o líder em total de títulos era o Fluminense com 27. O vice nesta lista era o Flamengo, com 22, cinco a menos que o Fluminense. Vasco e Botafogo não chegavam aos 20 cada um.

O período seguinte ao mencionado por Capitão Leo, teve valores bem diferentes. O Vasco caiu drasticamente e os vascaínos sabem muito bem cada juiz que os prejudicaram nesses últimos anos. O Botafogo teve um título a mais e também cada torcedor alvinegro sabe o quanto foi prejudicado no triênio 2007-2009. O Fluminense, então líder na contagem geral de títulos, quase estagnou ganhando apenas mais 2 títulos. No total, o Flamengo foi campeão com a ajuda da arbitragem nos anos de 2007, 2008, 2009, 2014 e 2017, (Falando apenas em semifinais e finais) o que ajudou a somar 7 campeonatos a mais em sua história. O Botafogo teve 3 títulos, que poderiam ter sido 6. O Vasco apenas 2 e o Fluminense também conquistou outros 2.

Este período (2004 à 2017) teve a seguinte relação de títulos entre os 4 times do Rio de Janeiro:

50,00%  - Flamengo
21,43% - Botafogo
14,29% - Vasco
14,29% - Fluminense

Com isso, o esquema entre Flamengo e FFERJ permitiu, travando os rivais no Rio de Janeiro, que o Flamengo ultrapassasse o Fluminense na contagem de títulos. O Rubro negro completou em 2017, 34 campeonatos. O Fluminense parou nos 31, o Vasco chegou à 24 e o Botafogo finalmente alcançou 20 títulos estaduais.

A variação entre os dois períodos, baseado nas declarações de Capitão Leo, ou seja, antes e depois do Flamengo ter voz ativa na FFERJ, foi um aumento de 14,29% para o Flamengo, o dobro do segundo time com mais variação positiva, o Botafogo. O alvinegro aumentou ridículos 7,14%. O Vasco teve impressionante queda de 21,43%, uma variação bem maior que a do Flamengo, só que para baixo. O Fluminense? Bem, já vamos falar do Fluminense.

Ameaça vascaína mostra que esquema é mais antigo


Quando Capitão Leo diz que “depois de 10 anos na casa” eles colocaram o Flamengo com mais títulos no Rio, devemos refazer as contas para analisar outro ponto de vista. Se antes nossa base era 2004, porque a declaração dele foi em 2014, tomemos agora, então, o ano em que o Flamengo passou a frente do Fluminense: 2009. Nossa análise deve partir de 10 anos antes, ou seja, 1999.

Para se ter uma idéia, comparando dois períodos idênticos de 20 campeonatos disputados, de 1979 até 1997 (a FFERJ conta 1979 duas vezes) o Flamengo teve 6 títulos e o Vasco mais 6. O Fluminense teve 5 campeonatos e o Botafogo fazia justamente em 1997, 3 títulos. Podemos notar que, tirando o Botafogo, houve uma quase igualdade entre os outros 3 times, Flamengo, Vasco e Fluminense.

Um ano antes do momento em que Capitão Leo diz que FFERJ e Flamengo se “entenderam”, de 1998 até 2017, (mais 20 títulos disputados) estes números mudaram de forma impressionante, com o Flamengo sendo o único time a aumentar suas conquistas, enquanto os demais ou fizeram a mesma quantidade ou fizeram menos. (Em parênteses, os títulos entre 79 e 97)

10 títulos - Flamengo (6)
04 títulos - Vasco (6)
03 títulos - Botafogo (3)
03 títulos - Fluminense (5)

O Flamengo até 1991 tinha 23 títulos e o Fluminense 27. Um Tetracampeonato, (91-92-93-94) algo inédito para o Flamengo, faria o rubro negro encostar no Fluminense, o maior vencedor de títulos no Rio de Janeiro até então. Mas quando o Vasco foi tricampeão estadual em 92/93/94, a meta flamenguista se viu ameaçada e o sonho evaporou. O Vasco se aproximou do Flamengo (20 a 23) e o medo de em poucos anos o Vasco ultrapassar o Flamengo, ligou o alerta na Gávea e na FlaPress. No ano seguinte, o Fluminense abriu mais a vantagem, indo para 28 campeonatos conquistados. Mas o Vasco não estava morto. Nos anos 90 e no início do novo milênio, o Vasco era simplesmente o melhor time do Rio de Janeiro sem dúvidas, e provavelmente também do Brasil, vencendo até uma Libertadores da América. De 1990 à 2004, foram 15 campeonatos cariocas disputados e o Vasco esteve entre os 2 melhores do Rio em 12 ocasiões. Portanto, não se trata de uma ilusão achar que o Vasco passaria o Flamengo no número de títulos.

Até que em 1999, chegou o Flamengo “com voz ativa” na FFERJ, como disse Leonardo Ribeiro, o Capitão Leo. Em 1998, não houve final de campeonato. O Vasco venceu os dois turnos e foi campeão. Isso nunca mais aconteceu, até 2010, quando o Botafogo fez a mesma façanha. O esquema de finais começou em 1999. E por coincidência, os títulos do Flamengo também.

No esquema, o Fluminense não podia ganhar títulos


Parar o Vasco foi fácil. Quando o Flamengo se fortaleceu na FFERJ, carregou a Globo junto com ele para dentro da Federação. A Rede Globo já tinha os direitos de transmissão do Campeonato Carioca pelo SporTV e GloboSat, transmitiria também pela TV aberta. O presidente vascaíno era Eurico Miranda, caçado e quase apedrejado pela Globo. Tamanha perseguição levou o Vasco a fazer propaganda do SBT em sua camisa na final do Brasileirão em 2000, transmitida pela Globo. Eurico se vingava. Resultado: 14 anos passados, e o Vasco venceu apenas 1 campeonato estadual, em 2003.

Restava bloquear o Fluminense. E isso já era meio caminho andado. Em grave crise devido ao rebaixamento à Série C no final dos anos 90, teve início o maior ataque da Imprensa ao tricolor, que dura até hoje, sem fundamento. O famoso “Pague a Série B”. O Fluminense não era dos adversários mais fortes nos anos mais difíceis de sua história no estadual. No geral, de 96 à 99, foram 3 rebaixamentos no campeonato brasileiro, indo parar na Série C. No Estadual, nenhum título nesse período. É estranho, e levanta suspeitas, o fato de o Fluminense ter ganho apenas dois títulos (2002 e 2005) enquanto o Flamengo tentava com a ajuda de seus esquemas extracampo, ultrapassar o Tricolor. Na arrancada para um inédito Tetracampeonato, o Vasco foi o mesmo vice em todos os 3 anos. (1999-2000-2001) Com mais um título, o do Tetra, o Flamengo finalmente empataria com o Fluminense em títulos. (28 a 28).

O Tetracampeonato não veio e a diferença ainda aumentou. O ano de 2002 foi confuso no Rio de Janeiro. O campeonato teve regras “estranhas”. Com os 4 times mais importantes do Rio (os 3 grandes e mais o Flamengo) não abrindo mão de jogar o Torneio Rio-São Paulo, a FFERJ permitiu que os 4 jogassem com os times reservas. O regulamento os salvariam, pois Fluminense, Vasco, Botafogo e Flamengo, se juntariam aos quatro melhores colocados no geral, soma da Taça Guanabara e da Taça Rio. A importância deste torneio foi tão fraca que o próprio Flamengo foi o lanterna da Taça Guanabara, com apenas uma vitória em 11 jogos. Foram 6 derrotas... Ambas as taças foram vencidas pelo Americano. A Taça Guanabara de forma invicta. No geral, o Americano teve 17 vitórias, 3 empates e 2 derrotas, em 22 jogos. A terceira fase não foi diferente para os 4 mais importantes. Botafogo, Flamengo e Vasco foram eliminados e o Fluminense enfrentaria o Bangu, na semifinal, e faria a final com o Americano. O Friburguense foi o outro semifinalista. Não é difícil de imaginar que em 2002 o esquema FFERJ e Flamengo não estava indo bem, por isso, o Tetra do Flamengo não aconteceu e justamente seu adversário direto se tornou o campeão se mantendo como o maior vencedor. (29 a 27) Nova arrancada para novo Tetracampeonato viria poucos anos depois.


Flamengo queria Tetracampeonato e liderança de títulos


Conforme pudemos entender, desde 1999 que o esquema FFERJ e Flamengo estava ativo e quase completara sua intenção mais sórdida, transformar o Flamengo no maior vencedor do Rio de Janeiro. Em 2004 o Flamengo encostou novamente no Fluminense, com 28 títulos, um a menos que o Fluminense. Se na primeira tentativa em 2002, o ano não foi dos melhores para o esquema, o outro título do Fluminense, em 2005, também ocorreu em um ano fraco para o Flamengo: Penúltimo colocado na Taça Guanabara. Pela Taça Rio, foi eliminado pelo próprio Fluminense, que mostrava estar mais forte que no final dos anos 90. A goleada de 4x1 no Flamengo, selou as esperanças do rubro negro de empatar e ultrapassar de vez o Fluminense no total de títulos. O Tricolor enfrentou o Volta Redonda na Final do Carioca e venceu o campeonato, chegando aos 30 títulos e ficando novamente na frente do rival da Gávea com dois títulos de diferença. (30 a 28)

A semelhança entre a primeira e a terceira tentativas de ultrapassar o Fluminense na contagem geral é suspeita e até mais gritante. Foi também a segunda tentativa de conquistar o inédito Tetracampeonato para o Flamengo. A vítima da vez foi o Botafogo, sendo o alvinegro vice campeão nos 3 anos seguidos, de 2007 à 2009, como o Vasco de 1999 à 2001. O esquema queria matar dois coelhos com uma cajadada só, ou concretizar seu sonho com um juiz só: Marcelo de Lima Henrique. Este cidadão bloqueou o Fluminense nesses anos, garantindo que o Flamengo não fosse atrapalhado novamente, afinal, um título tricolor significava mais um título a ser tirado na diferença e mais um ano tentando.

Mas em 2009 finalmente concluíram metade da sujeira. Passaram o Fluminense. (31 à 30) O prejuízo maior no entanto foi do Botafogo, que já havia sido campeão em 2006. Como o Tri do Flamengo foi visivelmente armado extra-campo, em 2010 todos estavam de olho na arbitragem. De forma limpa, no entanto, o Botafogo botou o Flamengo literalmente de bunda no chão, com o gol do título de Loco Abreu, na cavadinha do pênalti, que anos antes nem teria sido marcado. O Botafogo encerrou o sonho flamenguista do Tetracampeonato. Juntando as finais seguidas que disputou, as que venceu e as que foi prejudicado pela arbitragem, o Botafogo teria conquista algo inédito, não só para ele, mas para o próprio campeonato carioca: O Pentacampeonato de 2006 à 2010. Isso por si, só, significaria 3 títulos a menos pro Flamengo e 3 a mais para o Botafogo.

Flamengo roubou Vasco e Botafogo para chegar no Fluminense


Os títulos de 2014 sobre o Vasco, e o recente de 2017 sobre o Fluminense, comprovam que não há a menor condição de se acreditar no Futebol do Rio de Janeiro. Erros gritantes de 2014 e a evidente irregularidade no título sobre o Fluminense com comemoração do juiz e tudo na hora do gol, fazem do Futebol no Rio de Janeiro uma piada. A vantagem do Flamengo sobre o Fluminense é claramente devido à arbitragens. Tantos prejuízos só foram analisados em relação aos prejudicados diretos. Tanto Vasco como Botafogo foram ridicularizados pela Imprensa para desviar o foco óbvio dos erros grosseiros e gritantes que facilitaram o Flamengo chegar onde chegou. O Botafogo ficou com o “chororô” e o Vasco como “vice de novo”. Mas a meta era outra e a tática foi não chamar a atenção. O prejuízo ao histórico do Fluminense teve início em 1999, com o acerto da FFERJ com o Flamengo e nesse tempo, o Fluminense só foi adversário direto do Flamengo em 2017. A aproximação sorrateira foi sem ser notada. Enquanto todos viram os erros que prejudicaram o Vasco, só pensaram no Vasco. Enquanto o Botafogo era prejudicado, só notavam o Botafogo. Armação perfeita para tirar a vantagem tricolor que era prejudicado, não em finais contra o Flamengo, mas ao longo da tabela, com jogo que o impediam de chegar às semifinais e finais.

Enquanto o Flamengo ganha, quem perde é o Futebol.




O Projeto Cheirinho do Flamengo em 2017

Postado por Aqipossa Informativo | quinta-feira, 18 de maio de 2017

Com a eliminação na Libertadores da América, teve fim também, o delírio de jogar a final do Mundial da FIFA contra o Real Madrid. O Flamengo não cheira, só fede.


Taça Guanabara, Taça Rio e até o campeonato brasileiro de 87 já ficaram só no cheirinho pro torcedor do Flamengo. O único título que teve cheiro, foi o Carioca contra o Fluminense, mas foi um cheiro de “roubado é mais gostoso”.

Confira abaixo o que já não fede e nem cheira em 2017, sobre o eterno fedorento time do Flamengo.

Mais uma vergonhosa eliminação do Flamengo na Libertadores

Postado por Aqipossa Informativo |

Mulambo passa mais uma vergonha na Libertadores. Gol da virada nos acréscimos e vitória do Atlético-PR deixam o Flamengo eliminado da Libertadores.


A esperança era a última que morreria. Mas era morte certa! Assim como todas as outras participações que o Flamengo teve na competição mais importante da América do Sul, a Libertadores. Mas foi a mais vergonhosa, afinal, é a Libertadores que mais tem time brasileiro em toda a história. E o primeiro deles a ser eliminado foi o Flamengo. Já entra para a história assim.  Foi a quinta eliminação do Flamengo ainda na fase de grupos e é atualmente, o time brasileiro que mais vezes foi eliminado nesta fase. Teve ainda, o vídeo que fizeram com a ilusória partida na final do Mundial da FIFA, entre Flamengo e Real Madrid, mostrando que realmente o flamenguista é um tipo de pessoa das mais idiotas e sem poder algum de raciocinar. Fosse o contrário, teriam consciência do ridículo que passam falando que seriam campeões da Libertadores.

Como o Flamengo é o time que mais prejudicou o Futebol brasileiro em toda a história do Esporte, seja a Seleção, seja outros times, aliado à Globo, manipulando torcedores com suas mentiras para encobrir verdades obscuras do time da Gávea, o destino está cobrando com juros o pagamento. E são inúmeras promissórias à pagar.

Flamengo eliminado da libertadores 2017


A eliminação do Flamengo na libertadores 2017 teve requintes de crueldade, porém, foi de sabor inigualável para todo torcedor de bem, que tenha bom caráter e dignidade, ou seja, o torcedor não flamenguista, o torcedor do lado bom do Futebol. Foi no último minuto duas vezes.
   
A partida entre Flamengo e San Lorenzo na Argentina era no mesmo horário da partida entre Universidad Católica e Atlético-PR, o outro jogo do grupo do Flamengo. O Flamengo entrou líder do Grupo em campo na Argentina e fez logo aos 14 do primeiro tempo, o primeiro gol. Vencendo o jogo que poderia até empatar para se classificar. Na verdade, podia até perder o jogo que se classificaria, desde que o Atlético-PR não vencesse o Católica. No intervalo do jogo, estava tudo ótimo para a FlaPress: Flamengo vencendo e Atlético-PR perdendo. Ambos os jogos, 1x0 no placar.

Com o cu em festa, flamenguistas perturbavam a paz de gente civilizada pelas cidades do Rio de Janeiro. “Era classificação certa”. Não tem como não lembrar de Luiz Penido: Classificadaço! Flamengo eliminado? Eu duvido!!

Mas como já dissemos, tem juros nessas promissórias. O San Lorenzo empatou o jogo aos 30 do segundo tempo. Com o empate, a classificação viria seja lá qual fosse o resultado do Furacão. Mas mesmo assim, era de preocupar o pessoal da Globo. O Furacão também empataria o jogo contra o Universidad Católica, aos 31 do segundo tempo: 1x1.

3 gols em 5 minutos lembraram 2012

O tempo passa e o alerta na imundície é ligado. O Atlético-PR virou o jogo para 2x1 aos 37 da etapa final. O Flamengo não poderia sofrer a virada do San Lorenzo nem por um decreto. Ah, Zé Roberto em campo apitando, pensaram todos na emissora. Mas não era ele e o time tinha que jogar bola pra se classificar.

Não faria diferença 3 minutos depois. Aos 40 do segundo tempo, o Universidad empatou de novo, devolvendo a paz aos rubro negros da Imprensa. Restavam pouco mais de cinco minutos em cada jogo. O Flamengo poderia até sofrer mais um gol que estaria classificado, bastava que o Universidad, segurasse as pontas por lá.

Mas não segurou. O Atlético-PR voltou à frente do marcador dois minutos depois de sofrer o empate. Aos 42 do segundo tempo, a vitória do Furacão se desenhava e já tinha gente desesperada na transmissão da partida do Flamengo. Com o cu fechado, o torcedor do Flamengo pensava numa única  coisa: “Se formos eliminados, vão me sacanear o mês todinho…

E numa explosão de alegria, o San Lorenzo vira o jogo na Argentina. Mais de 150 milhões de torcedores no Brasil estariam pulando e comemorando, não estivessem alguns já dormindo. O gol da vitória do San Lorenzo aconteceu aos 47 do segundo tempo. Restava agora fazer o que fizeram em 2012. Torcer para que um milagre acontecesse na outra partida. Bastava o Universidad empatar para que “isentos” jornalistas perdessem a linha e o torcedor flamenguista colocasse em prática a única coisa que pensavam agora: “Se o Católica empatar lá, vou sacanear todo mundo o mês todinho”.

A vontade de desaparecer da face da Terra começou após o apito final, aos 50 do segundo tempo do jogo do Atlético-PR. Vitória por 3x2, histórica, e a classificação do Furacão.

A eliminação do Flamengo? Essa todo mundo já sabia que ia acontecer.

Após 4 etapas, cruzeirense lidera o VII Bolão do Aqipossa

Postado por Aqipossa Informativo | sexta-feira, 28 de abril de 2017

Marca dos 100 pontos já foi ultrapassada. A Série A do Bolão vai pegar fogo e a Copa do Aqipossa vai ser muito disputada. Novos participantes ainda podem se inscrever.


O VII Bolão do Aqipossa é um sucesso. É o Bolão com mais participantes de todos. Chegamos à 74 inscritos, o que levou o VII Bolão a ter quatro divisões. O VI Bolão é o primeiro a ser dividido dessa forma e os participantes concorrem num total de 20 em cada série, com exceção da Série D, que não chegou a ficar completa e permanece ainda com 14 bravos inscritos.

E com quatro etapas realizadas, quem lidera a Série A do Bolão do Aqipossa é Ailtonl, torcedor do Cruzeiro. Ailtonl também é o único na Série A que ultrapassou os 100 pontos. Mas os ex-campeões do Bolão, das versões anteriores, estão deixando a desejar.


Anacleto, gremista, único bicampeão do Bolão até hoje, está em quinto lugar. Stinguelzinho, campeão de 2015 mantém a oitava colocação e o atual campeão LKront, amarga a 13º e azarada posição. Mas nada é comparado com Gabrielfrankk, campeão em 2014, que esteve entre os primeiros em quase todas as edições. O gremista Gabriel está na lanterna e só enviou palpites em uma etapa das quatro já realizadas.

Pela Série B, o vascaíno Estuprador de Urubu está liderando também com mais de 100 pontos. Os quatro primeiros vão estar na Série A de 2018. A luta será boa. Já os quatro últimos cairão para a Série C. Dos 20 participantes, 5 ainda não enviaram palpites e estão em péssimas posições.


Falando em Série C, Leosfc117 lidera esta divisão do Bolão do Aqipossa e é torcedor do Santos. Ele e Paulo Costa, vascaíno, também passaram dos 100 pontos e estão muito distantes dos demais colocados, com quase 30 pontos de diferença. A Série C tem muita ausência até agora.. Dos 20, apenas sete já enviaram palpites.


A Série D, no entanto, tem mais ausências que todas. Apenas seis participantes são ativos, mas não chegam a 20 os integrantes. A Série D, por ser a última, não foi ainda completada, tem 14 boleiros. É liderada pelo vascaíno Paulo Costa, com sua segunda inscrição no Bolão. (Não é problema nenhum ter mais de uma inscrição, desde que seja com e-mails diferentes) Notem que Paulo passou dos 100 pontos em ambas as séries.


Você ainda pode se inscrever


O VII Bolão do Aqipossa é dividido em séries, ou divisões, como no Futebol de verdade. Há ainda a estreia da Copa do Aqipossa, com os 64 melhores boleiros, nos mesmos moldes da Copa do Brasil, que todo mundo conhece. A Copa do Aqipossa começará na segunda metade do Bolão.

Você já percebeu que muita gente não enviou palpites no Bolão do Aqipossa, não é, mesmo? São 26 até o momento que estão com zero ponto. Isso significa dizer que apenas 48 participantes dos 64 da Copa do Aqipossa, estão fazendo a parte deles. Há a possibilidade de 16 vagas ficarem abertas, ou preenchidas por sorteio. Você pode garantir sua participação na Copa do Aqipossa e ser um dos dois campeões que o Bolão vai ter em 2017. Obviamente que se inscrevendo agora, você começará na Série D, mas as chances de já subir para a Série C ano que vem, são grandes, já que quem passar o Bolão todo sem enviar palpites, será rebaixado à última divisão do Bolão.

Então, garanta já sua inscrição e participe do VII Bolão do Aqipossa. É GRÁTIS, pô!

Inscreva-se AQUI!

A escória do Futebol: Flamengo, Globo e flamenguistas feitos uns para os outros

Postado por Aqipossa Informativo | segunda-feira, 24 de abril de 2017

Tudo que há de ruim, inaceitável, vergonhoso e desonesto no Futebol, pode ser encontrado no time e nos torcedores, a Imprensa faz parte e é fundamental para que isso ocorra.


Imagem relacionada
O primeiro é podre, sem honra, enlameado na sua história, corrompido, protegido, desnecessário até que exista. A segunda o tornou assim. O terceiro é a desculpa, o alvo, o motivo, o combustível, ou seja lá o que for feito dele pelo primeiro e pelo segundo, mas na verdade é o espelho, o reflexo, a imagem refletida, por incrível que pareça, não invertida, das suas origens. Flamengo e Imprensa não existem hoje, um sem o outro. E o flamenguista, um perfeito idiota, desconhecendo propositalmente a verdade, aplaude de pé, e com vontade, o que convenientemente o agrada à respeito do seu time, o Flamengo.

O flamenguista não tem competência, intelecto ou raciocínio para descobrir a verdade e capacidade sequer para desconfiar que está sendo enganado. E se acaso correr atrás da informação, e por capricho da Natureza, souber ler e compreender, ainda assim, vai fingir que nada leu, nada viu, não sabia, só para se manter na cômoda posição de superioridade, que só ele pensa que existe, embora ela não exista de fato. É inferior. O Flamengo é inferior. Quer queiram ou não.

Não existe time no Brasil que não tenha sido prejudicado pelo Flamengo”. Se essa máxima não existe, o Aqipossa está criando agora. Se já jogou contra o Flamengo ao menos uma vez na história, então já foi prejudicado. Alguém já perdeu uma vaga, já perdeu um título, um jogo, uma classificação… Já teve até time rebaixado em seu lugar. Até a Seleção brasileira já foi prejudicada pelo Flamengo, já que Zico, um bom jogador (e só) perdeu um pênalti e colaborou uns 90% com a desclassificação prematura do Brasil da Copa de 1986. E esse foi o grande feito de Zico pela Seleção, tirando os gols, evidentemente. Fora isso, só é craque no Flamengo.

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Estar sempre querendo o que não é seu, é característica do Flamengo. Assim como negar o que é ruim para sua imagem, muitas vezes passando a própria imagem a um outro clube. O caso de 1987, por exemplo, é o maior exemplo disso. Por 30 anos tentam no Tapetão o que não podem conseguir. Recorrem, reabrem processos fechados, e até à FIFA já recorreram, mas sempre perderam. Mas a Imprensa o protege sempre chamando o Fluminense de rei do Tapetão. Dessa forma, quando se falar em Tapetão, não vão ligar o Flamengo à ele, e sim, o coitado do Fluminense. O mesmo ocorreu em 2013. Ainda sobre 1987, é o maior choro da história de um perdedor. Mas você lembra de quem a Globo disse que era o Chororô, não lembra? Coitado do Botafogo…

O dia 18 de Abril de 2017 foi o dia definitivo para o caso do Brasileirão 87. Na última instância, julgado pelos Ministros do Brasil, foi decidido, trancafiado e finalizado: 87 é do Sport Club do Recife. Mas a Imprensa ainda insiste em defender o clube maldito, alegando que o STF “derrotou” o Flamengo. Não houve derrota nem vitória. Isso aconteceu em 1987. O STF, na prática, apenas disse: “Flamengo, não encha mais o saco do brasileiro”.

Qualquer um, seja quem for, que defenda que o Flamengo é o verdadeiro campeão de 87, é um débil mental. Suas alegações, sejam quais forem, são baseadas em inverdades, mentiras descaradas, falta de informação, desinteresse e medo de estar errado. Se acaso a Natureza permitir manter vivo o flamenguista que esteja disposto a procurar por informações, ele fingirá não ter visto ou lido nada para manter a sua realidade, afinal, ele se sente seguro na mentira, pois não é só ele quem acredita nela. Isso é medo.

Há os que alegam que o Sport não jogou contra time grande. Mas o impediram de jogar pelo menos contra dois, já que Internacional e o próprio Flamengo não quiseram jogar a última fase do campeonato daquele ano. E o jumento que alega isso para se sentir campeão legítimo de 87, sabe que em 1983, por exemplo, ocorreu o mesmo com o Flamengo? Naquele ano, o Flamengo jogou contra apenas dois clubes que já haviam sido campeões brasileiros até um ano antes: Palmeiras e Vasco. Jogou também contra Santos e Corínthians, que ainda não tinham vencido o campeonato brasileiro desde 1971 até 1986. E são apenas esses quatro times, considerados por eles como grandes que o Flamengo jogou para se tornar campeão de 1983. Os outros times (pequenos para eles) foram: Moto Clube, Rio Negro, Paysandu, Tiradentes, Americano, Goiás, Guarani e Atlético-PR. É a conveniência, aliada ao fato de que a Imprensa não vai tocar nesse assunto, somada ao desejo e a necessidade de estar certo a qualquer preço.

Tem os que consideram a desorganização da CBF para tomarem como verdade que a CBF não organizou o campeonato daquele ano. Como a Imprensa não vai contar a verdade, ninguém vai lembrar que a CBF organizou sim, com a ajuda do próprio Clube dos 13, que acabou fazendo o trabalho todo. O problema é que ainda tinham mais 19 clubes que iriam participar do certame, 3 deles, aceitos pelos 13 clubes. Formaram assim o Módulo Verde. Olha que fácil para qualquer um compreender: Se a CBF não organizou o campeonato, porque diabos o Clube dos 13 chamaria de módulo, algo que seria único? Porque diferenciar um do outro? O fato é que a CBF foi uma mãe para os 16 times que formaram o Módulo Verde. A Globo jamais confessará, mas por causa dela, a CBF só teve uma saída para realizar o brasileiro de 87 sem prejudicar os clubes. É porque a Globo já havia pago aos clubes pela transmissão dos jogos sem pedir autorização da entidade. Qualquer semelhança com a recente destruição do Clube dos 13 não é mera coincidência. A CBF então decidiu manter os 16 de um lado e os outros 16 do outro e determinou que os campeões de cada turno se enfrentariam num quadrangular para decidir o campeão e os representantes do Brasil na Libertadores de 1988.

Mas a maioria mesmo, acredita piamente que CBF decidiu tudo muito tempo depois. “Viram o sucesso do campeonato feito pelo Clube dos 13 e decidiram fazer o seu”. (Você já ouviu isso antes) O quadrúpede que diz isso, é um infeliz. A não ser que a CBF fosse profeta. Quase ninguém tem ideia de quando começou o Módulo Verde e quanto tempo depois começou o Módulo Amarelo. Talvez seja uma surpresa até para o torcedor mais inteligente, ou seja, o não flamenguista, saber levou apenas dois dias entre o primeiro jogo pelo Verde e o primeiro pelo Amarelo. A competição começou no dia 11 de Setembro pelo Módulo Verde, numa Sexta-feira, e 13 de Setembro pelo Módulo Amarelo. Independente de saber os dias exatos, saber que o primeiro jogo do Módulo Verde foi numa Sexta-feira e o primeiro do Módulo Amarelo foi no Domingo seguinte, já esclarece muita coisa sobre esse argumento. É impossível aceitar que em dois dias, a CBF reuniu 16 times, confeccionou uma tabela, sorteou juízes, avisou os times, e isso sem falar na confecção dos ingressos.

Jornal do Brasil, 9 de Setembro de 1987 - Pág 23.

Mesmo que você não seja flamenguista, pare de bancar o otário pensando que o regulamento do Brasileirão de 1987 não previa o quadrangular antes do seu início. Você só está engolindo o que a Imprensa mastigou pra você. Um dos motivos para que o América-RJ tenha abandonado o Módulo Amarelo é que a CBF não conseguia garantir à tempo, que o Clube dos 13 aceitasse o quadrangular final, além de claro, ter sido o quarto colocado em 1986 e querer estar no Módulo Verde. (O Clube dos 13 chamava de 1ª divisão o Módulo Verde, então o América entendia que tinha o direito de estar entre os 16 clubes, estes, que recebiam mais dinheiro pelo contrato com a Globo) Resta saber como alguém pode acreditar que o quadrangular foi imposto depois, se antes mesmo de começar o campeonato, isso já era uma determinação da CBF.

Jornal do Brasil, 25 de Julho de 1987, Pág 24 .

Jornal dos Sports, 31 de Agosto de 1987, Pág 2.

E quanto aos idiotas que querem que o Flamengo seja reconhecido como campeão brasileiro de 1987, vai uma dica: O quadrangular, que já mostramos acima, era previsto desde antes do início do torneio, fazia parte da competição. O Flamengo se recusou a jogar essa fase final, que tinha jogos de ida e volta, portanto, 6 jogos. Não comparecendo aos jogos, perdeu todos por WO. E a CBF determinava que quem não cumprisse a tabela, seria suspenso por 1 ano. Isso significa dizer que o Flamengo, suspenso para 1988, deveria jogar a Série B em 1989.

Jornal Folha de São Paulo sobre Brasileirão de 1987

Ganhar no grito, ganhar roubado, gostar que seja assim. Isso é coisa pertinente ao Flamengo e seus torcedores. O clube não soma nada ao Futebol no Brasil. Arrogância e prepotência são os ingredientes para forçar o torcedor brasileiro a aceitá-lo como algo que ele não é. Incapaz de andar sozinho, dependente da mídia, vive da ilusão de quem acredita na FlaPress. Sua imagem está ligada ao que há de errado na conduta de qualquer ser humano. São maioria nas penitenciárias, são vistos vestindo o trapo vermelho e preto quando são presos pela polícia. Sua torcida é formada por delinquentes, assassinos e bandidos de todo tipo. Não se incomodar de ser confundido com esse tipo de gente faz do flamenguista a imagem fiel do time. Nenhum pai é digno, se permite que seu filho escolha algo tão mal visto por todos. Qualquer pessoa decente teria vergonha de assumir que torce para um time que nada é, mas diz que é o melhor em tudo. A história está ali mesmo, para contradizer a Imprensa manipuladora. Basta procurar e se aprofundar.

O flamenguista é aquele cara que vive tanto na mentira, que já se confunde com ela. Acostumou-se tanto a ser protegido, que tem absoluta certeza que o que quer que seja dito contra seu time, é mentira. É a cômoda afirmação da “inveja”. Suas defesas contra a fuga do imaginário em direção à realidade são originadas na Imprensa. É a FlaPress que esconde o que é ruim dele e aumenta, e até inventa, o que pode ser bom. Até 1980, a Copa Européia-Sulamericana era tratada exatamente por esse nome, e é o que está escrito nela, incluindo a do Flamengo lá na Gávea. Mas ao se deparar com o Flamengo campeão da Libertadores, o jornal O Globo passou a chamá-la de mundial à partir de então. Qualquer um pode conferir isso no Acervo Globo On Line. Basta procurar pelas decisões do Santos e do Cruzeiro. Mas o flamenguista vai verificar isso para assinar atestado de imbecil? Vai nada! Ele gosta do que é errado. Nem discute. Nem responde. Não precisa. A regra deles é encontrar um porto seguro para tudo. O mais comum é dizer que todos tem “inveja do mengão”.

O flamenguista não pode ser levado à sério. Excesso de arrogância e falta de humildade aliados a extrema dificuldade de raciocínio, transformaram esse indivíduo em um torcedor do Flamengo. E falta base nos pensamentos simplórios dos flamenguistas, que se apegam à qualquer coisa para se manterem no conforto da aceitação da mentira, ou seja, da sua própria realidade. A fragilidade dos seus argumentos é inversamente proporcional ao potencial de raciocínio do mesmo.