A saúde do Futebol depende dele se libertar da Rede Globo! O Futebol NÃO é vermelho e preto! A FlaPress existe! Sem ter quem
    acredite nela, a mentira não anda. Combata a FlaPress repassando a verdade que você já sabe para amigos NÃO flamenguistas.

O jornalixo medíocre da Imprensa esportiva

Postado por Aqipossa Informativo | terça-feira, 17 de outubro de 2017

A FlaPress se aproveita do leitor que não quer pensar ou raciocinar. A Imprensa suja só informa aquilo que ela quer que o torcedor acredite.


Independentemente de quem escreve ou de onde é o jornalista, o que sempre se pode notar é que existe um pensamento "FlaPress" no jornalismo, sem necessariamente ser proposital. O jornalista, seja quem for, sabe que não deve bater de frente com o Flamengo. Sabe também que existem assuntos, ou marcas, para cada outro time e que essas marcas são bem vistas no jornalismo corrompido, conhecido por jornalixo.

O tapetão é aceito na maioria das vezes por torcedores, se ligado ao Fluminense. Quem não está tão familiarizado com o dia a dia dos clubes, e às vezes até mesmo do seu próprio time, terá imensa dificuldade de ligar o tapetão, o STJD, e afins, ao Flamengo. Mas é justamente o rubro negro, o time mais ajudado pelo tribunal. Ou alguém lembra de alguma punição ao time vermelho e preto? Mas com certeza, lembra de várias absolvições.

A sina de ficar só no cheirinho, por exemplo, eles ligam ao Vasco. Sim, ao Vasco, com a fama de vice, que nada mais é que "morrer na praia", ou o atual cheirinho do Flamengo. Esse assunto está engasgado na Imprensa carioca, afinal, o Vasco não foi vice nas últimas vezes, mas sim, campeão Carioca, aliás, Bi. O vice atual é o Fluminense. (2017) Tem coisas que não dá pra inventar. Não tem como inventar um vice do nada para o Vasco. Mas quantas vezes você leu no site da Globo que o Flamengo tem mais vices que o Vasco? Nunca. Mas tem. Basta contar. Mas isso dá trabalho e a FlaPress sabe disso. Então ela finge que mastiga e passa apenas o que ela quer que o torcedor engula.

Estádios vazios são ligados ao Botafogo, que também leva a fama de não ter títulos importantes, ou quando disputam um, como a Libertadores, são sempre colocados como o time que está apenas sonhando. Mas pra quem não sabe, a campanha do Botafogo em 2017 na competição máxima sulamericana, foi melhor que 11, das 13 campanhas rubro negras ao longo da história. E não é só isso. A última campanha do Flamengo, que foi superior à do Botafogo em 2017, aconteceu em 1984, ou seja, faz agora, 33 anos que o Flamengo não faz campanha melhor que a do Botafogo.

Dizer que o Botafogo só não venceu uma Libertadores no passado porque o adversário que o eliminou era nada menos que o Santos implacável e impecável de Pelé, não dizem. Nem muito menos citam os 4 títulos alvinegros de peso igual ao do queridinho Flamengo, em um Mundial não oficial. Muito menos os mesmos títulos para o Vasco e Fluminense. O Flamengo não é, como dizem, o único carioca com título mundial não oficial. É simplesmente o último carioca a conquistar um desses. Mas como dissemos, a FlaPress mastiga e cospe o que ela quer que os outros engulam.

Manter de vez em quando essas marcas nos times, para que o torcedor se mantenha sempre controlado, é característica da FlaPress. Não necessariamente feita por quem sabe de fato o mal que está fazendo ao Futebol, mas por aqueles que pensam estar fazendo nada mais que o Jornalismo para o qual foram preparados, sem desconfiar que na verdade estão fazendo o verdadeiro jornalixo.

O cotidiano do caderno esportivo de O Globo

Postado por Aqipossa Informativo | quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Desviar o foco e manipular o leitor é a característica da Imprensa flamenguista, a maior fonte de desonestidade, covardia e vergonha do Rio de Janeiro há décadas.


(Guestpost de Freitas, via e-mail)

Paulo César Caju não para de reclamar da morte do futebol arte, da carência de craques, dos esquemas baseados somente na velocidade e suposta eficiência defensiva. Paulo César Caju é um cara que, apesar de desanimado, pode ter esperança pois ainda existem craques por aí... Ainda existem raros treinadores apostando no toque de bola e táticas não covardes. Já os leitores não tem esperança nenhuma de encontrar imparcialidade no “jornalismo” esportivo do O Globo. Neste veículo a ética, a decência, a vergonha na cara e a honestidade já estão enterradas há décadas.

Na Terça-feira, 3 de Outubro, após a derrota do Flamengo para a Ponte Preta pelo Brasileirão, na “análise” pós jogo, publicaram que o goleiro da FlaPress fez ótima defesa, não teve culpa no gol que tomou e ainda defendeu pênalti. No mesmo canto do ex-pegador de pênaltis Mureta. O cara ainda levou uma nota 7 de boa atuação.

O cômico é que nem no texto apócrifo de avaliação, assim como nas colunas que vieram a seguir, não houve uma linha sequer comentando sobre a quase dividida do goleiro com o atleta da Ponte Preta no momento da penalidade máxima. Uma infração que deveria ter sido repetida após o goleiro estar quase trocando de lugar com o batedor da cobrança. Também não teve um parágrafo comentando sobre a catimba e artifícios usados pelo goleiro para desestabilizar Messi, atacante da poderosa e temida Ponte Preta na hora da penalidade.

Obviamente que estamos acostumados aos favorecimentos ao Vergonhoso, mas a gente tem a mania ultrapassada de esperar algum resquício de decência na redação de um jornal tão importante, mas o descaramento e o fanatismo não deixam dúvidas que o caderno esportivo nada mais é que um antro de fanáticos molambos. Por sorte, o Paulo César Caju  interage remotamente enviando seus textos saudosistas e realistas como no dia em que abordou a contratação do santista Diego para agradar a molambada. (Mídia)
Em tempos de Lava Jato, e por falar em vergonha, quando sairá uma matéria abrangendo o pedido sujo do Rever (menino recado da diretoria) levando a proposta de empate para o São Lorenzo? Quem sabe uma entrevista com o jogador argentino? Bem, acho que mais essa página vergonhosa do urubu não interessa ser melhor esclarecida não é mesmo? Melhor continuar no projeto de exaltar o craque criado na redação....Vinícius Júnior!

Mantendo a tradição rubro-negra, vemos agora seus dirigentes presos, envolvidos em falcatruas milionárias. Está com cara que também rola uma negociação muito boa entre a FlaPress e o clube do mal. O negócio é simples: O canal jornalístico promove e transforma o serial em extraordinário e com a forte promoção/divulgação, o valor da venda do jogador regular aumenta e depois de concluído o negócio, deve rolar um cascalho, um furo de reportagem ou quem sabe alguns ingressos vips ou reportagem paga entre as partes envolvidas.

Resumindo, não tem muita novidade. Seja no clube, nas favelas, nos presídios ou na mídia esportiva, o flamenguista continuará sendo a maior fonte de desonestidade, covardia e vergonha do Rio de Janeiro. Até porque, como todos nós sabemos, segundo a ideologia rubro-negra, roubado é mais gostoso e então, o que esperar dessa naSSão?

Força Paulo César Caju!

Freitas


Freitas escreve por e-mail ao Aqipossa com cópia aberta para os jornalistas e centrais do sistema Globo:

Luis Penido, Miguel Caballero, Tatiana Furtado, Panorama Esportivo, Fernando Calazans,
Gustavo Albuquerque (Blog FluPress do Blog do Torcedor), Pedro Motta Gueiros, Carol Knoploch, Eduardo Zobaran,  Carolina Oliveira Castro, Caderno Esportivo, Demétrio Weber, Marcio Guedes, Maurício Fonseca, Gian Amato e Augusto Decker (Infoglobo)

Flamenguesa 2013 - A quase morte da FlaPress

Postado por Aqipossa Informativo | sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Manipulação da Imprensa escondeu fatos relevantes que evidenciariam o Flamengo como principal beneficiado na escalação irregular da Portuguesa.  


Matéria originalmente escrita para o blog Mundo Botafogo. (A Saga Flamenguesa)

O caso de 2013 foi o que mais a FlaPress esteve perto da "morte". Com o envolvimento claro da Imprensa, com Lance e Globo alertadas nas redes sociais e em suas próprias páginas ainda no primeiro tempo do jogo Flamengo X Cruzeiro sobre André Santos estar jogando irregularmente, e que ficou calada sobre isso até o momento em que a CBF denunciava ao STJD a irregularidade da Portuguesa, dias depois do fim da última rodada. Ora, vejam... O Flamengo errou no Sábado, escalando irregularmente André Santos, e a Imprensa, se noticiasse o erro, teria dado início a uma enxurrada de especialistas a dizer o que poderia acontecer com o Flamengo, ainda no Sábado. No dia seguinte, todos já saberiam que o urubu poderia perder o ponto do empate com a Raposa e mais três pela irregularidade. Passaria a ser matematicamente alcançável por Vasco e Fluminense. Ambos os rivais entrariam em campo no Domingo dando sangue por seus jogos e cada torcedor no Brasil, independente do time que torcia, saberia que a vitória de apenas um dos dois rebaixaria o Flamengo à Série B do ano de 2014, um ano de Copa do Mundo, importante para a imagem da Globo. Sabe lá o que é o torcedor vascaíno ou tricolor, ambos quase rebaixados de divisão naquele ano, com a possibilidade de, ao vencer seu jogo, (Atlético-PR X Vasco e Bahia X Fluminense) rebaixar o maior rival de seu Estado?

É isso mesmo que passou despercebido de todo torcedor no Brasil. Uma vitória de apenas um dos dois, rebaixaria o Flamengo. E mais!! Caso o Vasco fosse vencedor de sua partida, o Fluminense seria rebaixado da mesma forma, vencendo ou não o Bahia. Nesse caso, que matéria bombástica Globo e Lance deixaram de dar em seus meios de comunicação: “Se Vasco vencer pode rebaixar dupla Fla-Flu e escapar do rebaixamento!” Não vejo manchete melhor para um Sábado à noite, ou até mesmo, vá lá, de um Domingo de manhã. Mas como dissemos, tudo passou despercebido do torcedor de todo Brasil.

Mas porque diabos a Imprensa preferiu manter-se calada sobre André Santos? Entendam, amigos. Até o fim do Sábado, uma notícia sobre o erro do Flamengo, faria com que todos vissem o desespero rubro negro. Desespero esse que levaria a uma única solução, caso um dos dois rivais cariocas vencesse, e passasse a ter chance de alcançar o Flamengo, após o julgamento de André Santos. O STJD deveria salvar o Flamengo! Como a irregularidade era fatal, segundo as regras de competições da própria CBF, o Flamengo teria mesmo que ser punido. A salvação nesse caso seria o famoso tapetão. Logo o Fla que é mostrado pela Imprensa como um time limpo e honesto, tendo que usar de artifícios atribuídos pela própria Imprensa a um dos rivais?? Ora, seria muito derrotismo. Não pagar a série B escapando pelo tapetão. Que ironia.

A diferença que passa despercebida para a maioria, é que ao se tomar conhecimento desse perigo no final do Sábado, a Portuguesa ainda não teria jogado, isso porque, só entraria em campo, no Domingo. Arrumando os pensamentos, leitores: Agindo corretamente, a Imprensa teria informado ao Brasil, que o Flamengo corria riscos, mas não havia ainda a informação do erro da Portuguesa, que só jogaria no dia seguinte. Esse fato faria inclusive que a Portuguesa não colocasse Héverton em campo, alertada pelo erro do Flamengo.  Vasco e Fluminense saberiam ambos que tinham chances de permanecerem na Série A.

Voltamos então ao que realmente aconteceu após o fim da última rodada de 2013, quando ninguém sabia de nada, nem de André Santos e nem de Héverton, mas sabiam que Vasco e Fluminense estavam rebaixados. Mas dois dias depois a CBF denunciava ao STJD eletronicamente, o erro de Flamengo e Portuguesa. Como o jogo do Flamengo foi antes e o da Portuguesa foi depois, as notícias deveriam ter vindo nessa ordem, mas não foram. Ao noticiarem as denúncias, tanto Globo quanto o Lance, primeiro deram a seguinte notícia, mas não exatamente com estas palavras: “Portuguesa escalou jogador irregular e Fluminense pode escapar da Série B.” Como pode ser visto no Aqipossa, a notícia sobre o erro do Flamengo com André Santos foi dado uma hora e meia após darem a notícia da Portuguesa.

Reparem amigos de todo Brasil, que ao lembrar que a Imprensa no Sábado já sabia que o Fluminense poderia escapar da Série B e que seria o próprio Flamengo que poderia salvá-lo, mas ninguém sabia disso porque ela ficou calada, a notícia do erro da Portuguesa caiu como uma luva para quem realmente tramou na calada da noite de Sábado, a escalação irregular de Héverton. Isso porque o torcedor no Brasil tem ampla facilidade de aceitar que o Fluminense é o time do tapetão e que tem uma dívida a pagar com a Série B. O mesmo tapetão que pudemos concluir acima, como única solução para salvar o Flamengo. Mas a Imprensa ficara calada no Sábado…

Ficou mais fácil agora? Se a Imprensa houvesse noticiado no Sábado que o Flamengo estava ameaçado de rebaixamento e no Domingo, com a vitória do Fluminense, um impasse estava evidente, já que o STJD deveria cumprir as Leis que tiraria 4 pontos do Flamengo, jogando-o na Série B. A notícia de um erro da Portuguesa então, chamaria a atenção de todo o Brasil a outra situação clara: A Portuguesa estaria obviamente salvando o Flamengo.

A pergunta anterior foi: Mas porque diabos a Imprensa preferiu manter-se calada sobre André Santos?

Seria porque a solução para o Flamengo não ser rebaixado não seria unicamente o tapetão no STJD? Será que o que aconteceu na noite de Sábado e manhã de Domingo, que acabou terminando na escalação irregular salvadora de Héverton, tinha que ficar tão secreta, por ser a outra solução, que a imprensa não podia deixar que o Brasil soubesse de antemão que o Flamengo seria julgado e punido?

Pense agora na situação proposta e que não é absurdo algum: No Sábado o Brasil sabe pela Imprensa que o Flamengo estava em perigo de ser rebaixado. O motivo foi a escalação irregular de um jogador, julgado na Sexta-feira, no mesmo dia e hora de Héverton e isso alertaria a Portuguesa para não cometer o mesmo erro. Mas ela comete. A notícia quando dada seria vista como a salvação do Flamengo e não do Fluminense, já que a Portuguesa ficaria atrás de ambos na tabela, pois a punição seria a mesma aplicada ao Flamengo. Definitivamente a notícia do erro dos dois times, quando a CBF denunciasse oficialmente os erros dois dias depois, só seria uma surpresa quanto à Portuguesa, já que todos souberam ainda no Sábado, que o Flamengo ia ser denunciado de qualquer forma. Eis aí uma diferença gritante entre a Imprensa ter falado ou não sobre André Santos no Sábado.

Mas porque diabos a Imprensa preferiu manter-se calada sobre André Santos? Seria porque ela não poderia chamar a atenção do Brasil todo para a tal facilidade que todos têm de ver o Fluminense envolvido com tapetão e não o Flamengo? Calada, a Imprensa conseguiu ao seu tempo, dizer que a Portuguesa estava salvando o Tricolor, para uma hora e meia depois, dizer que o Flamengo também havia errado no Sábado. Ao falar do erro do Flamengo depois que já havia dito que o Fluminense poderia ser salvo pelo STJD quando este tirasse os pontos da Portuguesa, todo o Brasil já tinha matado e enterrado o Fluminense em qualquer suspeita sobre a escalação de Héverton, deixando o Flamengo sapateando debochadamente em cima da sepultura.

Mas como todos sabem, o caso acabou indo parar no Ministério Público de São Paulo. Que investigou e informou que havia encontrado indícios de que alguém levou vantagem com a escalação de Héverton naquele Domingo. Passado mais de um ano do caso, surpreendentemente foi tudo arquivado por falta de provas. Será que o já tão corrompido Futebol no Brasil, dominado pela emissora que perderia centenas de milhões de Reais de investimentos em publicidade com a falta do time mais popular do Brasil na sua tela, na primeira divisão, justamente num ano de Copa do Mundo no próprio Brasil, (comprovado aqui e também aqui) não foi desmascarado nas investigações do Ministério Público de São Paulo ao se deparar com algo tão grande que precisava continuar desconhecido de todo mundo?

Agora é só tirar as conclusões. A UNIMED é tão poderosa assim e maior que a Globo?

Muralha. A mediocridade de luvas

Postado por Aqipossa Informativo | segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Muralha, do Flamengo, envergonhou a profissão ao preferir a sorte ao esforço, evitando fazer aquilo a que se propõe um goleiro por natureza.


Tudo bem, já passou a final da Copa do Brasil, o Flamengo foi vice pela quarta vez e agora é o maior vice da história da competição e Diego foi o verdadeiro culpado pela perda do título ao perder o pênalti na disputa, afinal de contas, é mais comum na vida dos goleiros, não pegar pênaltis, que perder pênaltis na vida de um craque de futebol. Não que Diego seja um craque. Já foi…

A Imprensa atacou pesado o goleiro Muralha, (tá mais pra Murinho) até mesmo antes de o rubro negro passar pelo Botafogo e chegar nas finais. O Lance e o Extra pegaram pesado nas gozações, mas eles que são tudo farinha do mesmo saco, que se entendam. Ou não.

Enquanto a Imprensa atacava os adversários, nenhum diretor do Flamengo achava ruim. Torcedores chegavam ao orgásmo quando a mídia hostilizava Vasco, Botafogo e Fluminense, sem o menor constrangimento. Pimenta no cu dos outros é refresco. Mas quando ardeu no cu da mulambada, o bicho pegou.

O humorista Antônio Tabet, também Vice de Comunicações do Flamengo, resolveu que ia tomar uma atitude drástica e proibiu que o técnico Rueda respondesse à jornalistas do Extra, e consequentemente, do Globo. Aliás, para um time que é uma piada pronta para receber gargalhadas, nada melhor que um humorista, fraco, diga-se de passagem, para esse cargo. Tabet foi demitido do O Globo, até porque, escrevia uma coluna qualquer lá naquela pocilga.

Tudo isso porque Tabet não gostou, ou não achou graça, para ironia da profissão, das brincadeiras feitas com o goleiro e com o clube da beira da Lagoa.

Antes da final da Copa do Brasil, o reserva de Muralha seria o titular e o ataque ao arqueiro mão de alface do Flamengo veio pesado. O Extra sequer o chama de Muralha, dito e explicado em primeira capa de seu jornaleco. Até hoje, o chama pelo nome apenas, Alex. Mas quando o reserva fraturou o punho e Muralha teve que ser o titular da segunda partida da final, a Imprensa mudou. Passou a dizer que a torcida o havia perdoado, que estava treinando forte e bem, que toda a insegurança da torcida havia passado. Mas a tática de tentar fazer o Cruzeiro acreditar que Muralha não era o ponto fraco do time também falhou.

A segunda partida, em Minas, era o que a FlaPress queria para acalmar os ânimos de todos. Dos jornalistas aos torcedores. Era evidente que se o Flamengo se tornasse campeão, sem sustos, bastaria umas duas defesas medianas de Muralha, para ela ser repetida aos quatro ventos como grandes defesas, e que por conta delas, o Fla havia sido campeão. Não deu. Tudo foi para os pênaltis no final.

Nada está perdido. Ainda… Metade da FlaPress, incluindo Galvão Bueno e Arnaldo Cesar Coelho, ao vivo na transmissão para a TV aberta, provavelmente estavam tendo pensamentos libidinosos que os fariam gozar pelo ânus, imaginando Muralha defendendo ao menos um pênalti. “Volta por cima do goleiro.” “Muralha é Seleção” “Muralha está de volta”. Já imaginavam as charges nas páginas do jornal, uma representação da Muralha da China em frente às traves… Tudo esperança sem sentido. Apenas vontade de ser melhor, quando alguém fosse o pior.

Muralha, Murinho, Tijolinho, ou seja lá como tenha sido reduzido o arqueiro, cuja posição já rendeu frases inesquecíveis, como “Quem nunca saiu na mão com uma mulher”, ou “Roubado é mais gostoso”, pensou sua estratégia para a final da competição em cobranças de penalidades. Talvez nem tenha pensado numa estratégia para os 90 minutos. Ele queria ser o herói, ou voltar a ser um, já que para a FlaPress, ele já foi até o melhor do Brasil, fazer o que…

Quando terminou o jogo, veio a surpreendente explicação de Muralha: “Foi estratégia minha pular todas as vezes para a direita. Às vezes funciona.

Ser medíocre é não fazer o melhor, quando se pode. É não se importar de deixar de ter o melhor. É não se esforçar por acreditar que o que se tem, já está bom.

Durante a disputa de pênaltis, ficou evidente que Muralha só escolhia o lado direito. Tanto que uma das cobranças do Cruzeiro, quando feita à direita, foi indefensável, no alto, um chute forte. Vai ver o cobrador não acreditou que alguém podia ser tão medíocre a ponto de só escolher um lado para tentar defender a bola e não quis arriscar chutar na esquerda. Mandou na direita mesmo, mas no alto, por via das dúvidas.

Muralha decidiu que faria o simples. Arriscaria tudo por míseras chances de, quem sabe, um desavisado cruzeirense chutasse exatamente onde ele pulasse. Envergonhou a posição, de grandes nomes, vá lá, até do Flamengo. Se tem uma coisa que Goleiro nasceu pra fazer é agarrar a bola. Ir na direção da bola. Faz parte da essência de um goleiro, procurar a bola, acompanhar a pelota e impedir a qualquer custo, que ela chegue às redes atrás dele. Mas o que fez o goleiro do Flamengo? Resumiu um título importante como a Copa do Brasil, a vaga para a Libertadores do ano seguinte, à simples sorte. A culpa passou a ser da bola que não foi na direção dele.

Podendo dar a volta por cima dos últimos contratempos, em grande estilo, saltando, se esforçando, mostrando que se doava ao grupo, o que fatalmente traria resultados positivos, consequentemente, o título, preferiu estar no meio termo, no meio caminho… Não arriscou. Não chamou pra si a responsabilidade. Deixou que os outros errassem. Torcia para chutarem pra fora, ou por sorte, chutassem em cima dele, lá na direita. “Às vezes dá certo…” E essas eram as palavras de incentivo dele para ele mesmo. Pequeno como o clube. Medíocre como o clube. Contando com os outros como o clube.

E ainda quer se sentir ofendido pela Imprensa?



Ser medíocre significa não ter qualidades ou habilidades suficientes para se destacar naquilo que se propõe a fazer, seja na vida pessoal ou profissional. Uma pessoa medíocre é vulgar, tem poucas qualidades, é uma pessoa pobre do ponto de vista intelectual.” - Significados.com.br.

Algo ou alguém que não tem grande valor intelectual ou capacidade para realizar algo, sem talento e que está abaixo da média. Mediano por acomodação, um pouco que faz ou conquista já acha sob medida, sem objetivo sem interesse de ser, fazer ou crescer.” - Dicionário Informal.

O que está abaixo da média ou do que é aceitável.” - Priberam Dicionário.

O Flamengo e os 120 novos Ditados Populares

Postado por Aqipossa Informativo | quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Adaptação de 120 Ditados Populares para o Flamengo é de morrer de rir, mas evidencia verdades que ninguém pode contestar. Confira a lista.


Você conhece alguns ditados populares, não conhece? Claro! Um dia da caça, o outro do caçador. Quando um não quer, dois não brigam. Focinho de porco não é tomada. Ladrão que que rouba ladrão

Como para um bom entendedor meia palavra basta, vamos direto ao assunto: Adaptamos 120 ditados populares para ficarem a cara do Flamengo. E nem estamos falando do mais recente de todos, o roubado é mais gostoso, já que esse não é adaptação e sim, uma declaração legítima de um goleiro rubro negro após ganhar um título carioca irregularmente.

Confira abaixo os 120 novos Ditados Populares que só servem para o Flamengo.

001 - Vice nos olhos dos outros é refresco.

002 - Conversa da Globo em cabeça dura, nem tanto bate e ela já acredita.

003 - Não há amor como o primeiro roubo.

004 - Roubou a fama, deitou na cama.

005 - Uma vergonha nunca vem só.

006 - O pior flamenguista é o que não quer ver.

007 - Perdido por cem, perdido por mil. Do Facebook sumiu.

008 - Sol e chuva, assaltaram a viúva.

009 - Tempo é dinheiro pra roubar.

010 - No aperto e no perigo se conhece o amigo juiz.

011 - Quando um burro fala, o outro flamenguista abaixa a orelha.

012 - Os maiores ladrões estão nos menores juízes.

013 - O seguro morreu de velho e já pagou o juiz.

014 - Flamenguista velho mete a mão na grana que tá na cumbuca.

015 - Em briga de Globo e Flamengo, não se mete a colher.

016 - Cada maluco na sua camisa do Flamengo.

017 - A Globo escreve mentiras por linhas tortas.

018 - Dar ao Flamengo o que é dos outros.

019 - Para a Globo, todos os adversários são pardos.

020 - Filho de mulambo, alienadinho é.

021 - Vão-se os anéis com o flamenguista, mas ficam-se os dedos.

022 - Mentira pouca é bobagem.

023 - Todos os caminhos levam ao roubo.

024 - Em flamenguista de boca aberta, ou entra mosca e sai asneira, ou sai asneira e entra mosca.

025 - Não deixes para amanhã o que você pode roubar hoje.

026 - Faça aos outros o que não queres que te façam.

027 - Desculpa velha é que dá bom caldo.

028 - Quem espera da Globo sempre alcança.

029 - Quanto maior a altura, maior foi a mentira da FlaPress.

030 - Quem entra na Gávea é pra te roubar.


031 - O que a Globo dá, só a cova tira.

032 - Quem procura acha o impedimento no gol do título.

033 - Os olhos vêem mais do que a cabeça pensa.

034 - Quem não deve não é Flamenguista.

035 - Nem oito nem oitenta. É hexa.

036 - Se correr, o juiz ajuda, se ficar, a Globo esconde.

037 - É melhor cortar a verdade pela raiz.

038 - Nunca diga “com este apito nunca vencerei”.

039 - Para cima todo juiz ajuda.

040 - Querer é poder pedir à Globo.

041 - Um burro carregado de livros ainda assim é flamenguista.

042 - Para frente é que se corre com o que roubou.

043 - A Globo fecha uma porta, mas abre outra.

044 - Sempre existe um apito velho para um momento torto.

045 - Quem desdenha quer roubar.

046 - Não há pior flamenguista cego que o que não viu a Globo.

047 - Se conselho fosse bom, flamenguista roubava.

048 - Quando a esmola é grande, o Flamengo aproveita.

049 - Contra fatos só há o argumento da inveja.

050 - O sol nasce para todos, mas só flamenguista o ver nascer quadrado.

051 - Diga-me com que flamenguista andas, que te direi quem te roubou.

052 - Com a verdade não se brinca.

053 - Roubar hoje para ter amanhã.

054 - Roubo com roubo se paga.

055 - Ladrão que rouba ladrão também pode apitar pro mengão.

056 - O olho da Globo é que engorda o Flamengo.

057 - Se o juiz não vai à Gávea, a Gávea vai até o juiz.

058 - O que não tem juiz, derrotado está.

059 - Juiz da casa é que faz milagre.

060 - Entre mortos e feridos, o culpado é o Flamenguista.

061 - Quem nunca venceu roubado, quando rouba, vira flamenguista.

062 - É de pequenino que se rouba o pepino.

063 - De pensar morreu um rubro negro.

064 - Se roubar, se vai ao título.

065 - Manda quem pode, se favorece quem tem o juiz.

066 - Amigos, amigos. Repartir o roubo é à parte.

067 - Ajuda-te que o juiz te ajudará.

068 - Mais vale um juiz na mão que ter que vencer sozinho a final.

069 - Um olho na bola e outro no juiz.

070 - Flamengo sem juiz é como peixe fora d’água.

071 - A verdade é inimiga da “nassaum”.

072 - O que cai na rede é gol roubado.

073 - As coisas boas da vida, ou a FlaPress esconde ou engordam.

074 - Em rio que tem piranha, jogador do Flamengo faz festa.

075 - Um é BI, dois é TRI e cinco é HEXA.

076 - Pra baixo, toda a Globo evita.

077 - Há erros que vem para o bem do Flamengo.

078 - Para bom criminoso, meio Flamengo basta.

079 - Time ruim, com a Globo não quebra.

080 - Quem rouba por último, ri melhor.

081 - Enquanto há apito amigo, há esperança.

082 - Quem te ajuda, juiz amigo é.

083 - Vamos em frente que atrás vem a polícia.

084 - Quem é Flamengo já nasce feio.

085 - Roubo sujo se combina na Gávea.

086 - Quem rouba, suas derrotas espanta.

087 - Flamenguistas criados, mulambos dobrados.

088 - A mentira tem pernas rubro negras.

089 - O segredo é a alma do roubo.

090 - Os melhores perfumes um flamenguista já roubou.

091 - Quem vê a cara do juiz, vê também o ladrão.

092 - A esperança na Globo é a última que morre.

093 - Não há nada como um roubo depois do outro.

094 - Melhor perder o apito no jogo, que o jogo no apito.

095 - Quem não tem juiz, rouba com o auxiliar.

096 - De boas intenções a Gávea está vazia.

097 - Antes só do que com um juiz bem intencionado.

098 - Devagar com o andor que o juiz é de barro.

099 - Pra quem tem telhado de vidro, é a FlaPress que joga pedra no vizinho.

100 - Ajuda pouca é bobagem.


101 - Dinheiro não traz felicidade, mas compra um bom juiz.

102 - A ocasião faz o Flamenguista.

103 - Nem tudo o que reluz é roubo.

104 - Quem tem padrinho como a Globo não morre na segunda divisão.

105 - A gol dado não se olha os replays.

106 - A ignorância é a mãe de todas os flamenguistas.

107 - Não tenho tudo que gosto, mas gosto de tudo que roubei.

108 - É mais fácil um camelo entrar num buraco de agulha, que o Flamengo ter um estádio.

109 - Juiz vendido, vale por dois.

110 - Ninguém nasce roubando.

111 - Um juiz só não faz campeão.

112 - Quem não combina, não ganha a partida.

113 - Quem a FlaPress lê, pela FlaPress será ferido.

114 - Todo juiz tem o seu preço.

115 - Quem nasce Flamengo nunca se endireita.

116 - A corda sempre arrebenta do outro lado do STJD.

117 - Quando um juiz não quer, outros dois se prontificam.

118 - A FlaPress inventa o mito conforme o torcedor.

119 - Juiz ladrão que dorme o Flamengo não leva.

120 - Para quem não sabe ler, só Flamengo tem letra.