Vendam a Gávea
A presidente da equipe carioca alega que Palmeiras e Ronaldinho já negociavam antes do jogador tomar a decisão de rescindir seu contrato através da Justiça, o que caracterizaria, portanto, "indução de quebra de vínculo". Um absurdo.
O que Patricia Amorim omitiu de sua torcida é que Ronaldinho, assim como outros atletas do elenco flamenguista, já poderiam ter rompido o contrato muito antes, pois a ausência no recolhimento de FGTS já superava (e muito) os 3 meses máximos exigidos pela lei trabalhista, portanto qualquer advogado de porta de cadeia conseguiria comprovar que Ronaldinho rescindiu seu vínculo por falta de pagamento, não por aliciamento.
Aliás, essa acusação de que o Palmeiras aliciou o meia é tão descabida, e de uma prepotência sem tamanho, pois quem tem por hábito agir de forma imoral/ilegal não é o Verdão. Por experiência própria, o Flamengo sabe bem o que é aliciamento.
Aliciamento é o que o Flamengo fez com Kleber.
Aliciamento é o que o Flamengo fez com Vágner Love.
Aliciamento é o que o Flamengo fez com Felipão.
Agir de má-fé é o que o Flamengo fez no caso do zagueiro David Braz.
Ameçar o Palmeiras só mostra o quão amadora é a gestão de Patricia Amorim no Flamengo.
Como forma de revide, o Palmeiras Todo Dia sugere à diretoria Palmeirense que não deixe essa situação barata e que processe a equipe carioca por danos morais, e se possível, pelos episódios citados acima, mesmo que de forma retroativa.
Já à diretoria do Flamengo, temos uma sugestão que viria a sanar de uma vez por todas seus problemas financeiros, sem que seja preciso inventar factóides, acusar clubes honestos ou persuadir sua torcida: vendam a Gávea.