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Data da publicação: sábado, 20 de fevereiro de 2010
Postado por Aqipossa Informativo

Arthur Mulambento, cala a boca, cala...


Segundo Arthur Muhlenberg:

Eu podia estar roubando, matando ou malocando dinheiro público desviado na meia ou na cueca, mas sou Flamengo de corpo e alma e estou aqui botando a cara pra comentar a patuscada da quarta-feira de cinzas. Peço a atenção de todos, principalmente dos psicopatas foguinhenses, que cultivam o feio costume de só apoiar seus mulambos após as episódicas e rarefeitas vitórias como a da noite passada. Pois dedicam a maior  parte do seu tempo de vida a esculhambar seus próprios jogadores, organizar quarteladas para derrubar seus dirigentes e colocar faixinhas de cabeça pra baixo na grade dos estádios. Sosseguem suas úmidas periquitas e se liguem nas poucas linhas que se seguem.

Prometo retribuir a sua atenção não os amolando com caôzinhos do tipo Taça Guanabara não vale nada, estamos focados na Liberta... Também prometo passar ao largo da quase irresistível comparação entre a pequena Unidos da Tijuca (não ganhava nada desde 1936) e o minúsculo Chororôrense (não ganha naaaaada, nunca).

E decerto que não ofenderei a minha própria hombridade com comentários sobre a arbitragem que jamais fizeram parte do nosso fuderoso way of life. Apesar de ter sido a primeira vez na minha vida em que presenciei uma desexpulsão, sem duvida um marco pioneiro na arbitragem mundial. O jogo foi jogado, os caras ganharam e tá acabado.

Não é preciso nem dizer que fiquei na bronca com o resultado atípico, anômalo e escalafobético. Foi algo mesmo de cair o queixo. Foi tão esquisito que após o jogo as torcidas do Mengão e do Foguinho tinham finalmente algo em comum: a absoluta incredulidade no resultado. Nenhum dos dois lados é capaz de explicar o resultado surrealista.

Não há nada a se explicar, mas uma coisa deve ser dita: o Flamengo, definitivamente, tem que aprender a jogar contra times pequenos, isso é um fato incontornável. E, por favor, que não me venham agora os 17 ou 18 torcedores sobreviventes do Foguinho exigir respeito e outras otarices do gênero. É inegável que o micrômétrico Botafogo se apresentou diante do Flamengo de uma maneira covarde e apequenada que geraria protestos até dos torcedores do dente-de-leite do Playmobil FC.

Pai Joel é velho conhecido nosso e sempre que tem nas mãos um elenco composto de enjeitados, losers e hematófagos, arma seus times baseado em  um tripé tático que consiste em: imoral rodízio de faltas, bicudas pra tudo que é lado e cera vergonhosa pro tempo passar mais rápido. Se a eficiência desse modelo tático pode até ser discutida, a sua integridade moral (que é nenhuma) está mais do que satisfatoriamente demonstrada.

Sem querer ser soberbo (estou me esforçando), uma derrota pra um time armado dessa maneira escrota, que chega ao gol através de bolas paradas nas duas únicas vezes em que o adversário ultrapassou a linha do meio de campo não pode envergonhar a ninguém. Muito menos ao altivo torcedor do Flamengo, predestinado ao triunfo e amigo da vitória. Pois não foi uma derrota do Flamengo, foi sim uma vitória da sorte, ou em português mais elaborado, uma tremenda de uma cagada que não se repetirá tão cedo. Até mesmo porque sabemos que a sorte não costuma aparecer lá pros lados de Capitão Severiano e que é muito difícil que Andrade seja capaz de fazer uma substituição tão ruim como a que fez ontem pelo resto da sua, certamente longeva, carreira como treinador de sucesso.

Só acho que os foguinhenses estão exagerando um pouquinho nas comemorações. Não falo da intensidade, pois concordo que para o liliputiano bando de camisa feia vencer o formidável e assustador Flamengo é o equivalente a ganhar a Copa do Mundo, sim. E que tal fenômeno, tão raro quanto a aparição de um cometa, merece e deve ser muito festejado e exaltado.

Mas, dou um alô na humildade. A se considerar o histórico de vexames e humilhações a que a pequena e clandestina torcida alvinegra tem sido submetida nos últimos anos, até pelos São Raimundos da vida, seria mais prudente esperar o resultado do antidoping antes de soltar tanto foguete.

O Flamengo continua onde sempre esteve, no topo da cadeia alimentar do futebol brasileiro e paizão severo do futebol carioca. Só que agora teremos  mais um domingo livre para ficar com a família, curtir uma praia ou mesmo ir a um teatro (hahaha nessa nem eu acredito). Estávamos precisando mesmo dar um break em tanta festa e manguaça.

(http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/2010/02/18/incrivel-fantastico-extraordinario) - Atualmente a coluna do mulambo não existe mais e todas as postagens foram excluídas.

Segundo qualquer pessoa com o mínimo de honra e dignidade

O que se pôde ler nas linhas acima, foi a prova incontestável da imbecilidade da massa. 99,9% dos rubro-negros pensam exatamente assim, ou será que chegam a pensar no que estão falando?

Nas entrelinhas podemos verificar:

Botar a cara para não parecer envergonhado é no mínimo hilário. Não vi em momento algum chamar a atenção para uma explicação lógica para a derrota, que por ser num clássico como esse, é totalmente normal. Só se percebe uma tentativa de esconder a incapacidade de aceitar a verdade nua e crua ao chamar a atenção para algo que não lhe diz respeito. Apoiar um time mesmo quando ele não está bem não é coisa de psicopata mas sim de um torcedor de verdade, que não foge da raia ao menor sinal de dificuldade, literalmente botando a cara a cada momento para nunca ser chamado de covarde como gostariam que fosse a torcida adversária.

Se o famoso “fuderoso” time fizesse a metade do que faz a verdadeira torcida, seriam realmente imbatíveis – ou próximo disso – pois é latente a falta de organização dentro de um clube da grandeza do Flamengo, com privilégios, regalias e disparates de uns e outros jogadores e outros não, e que só conseguem ganhar os louros ao invés de conquistarem com hombridade e sem vestígios de favorecimentos, que tanto dão margens às verdadeiras vergonhas nacionais. Os principais títulos da Gávea, são com asteriscos e notas de rodapé.

Mascarar uma derrota momentânea com “caôzinhos” de que não vão dizer isso ou aquilo e ao mesmo tempo já dizendo, é no mínimo não perceber que ainda falta o segundo turno para se classificar. Diminuir a única coisa que conseguem vencer, com exceção de um Brasileiro conquistado a custa de bairrismos entre corinthianos contra sãopaulino e gremistas contra colorados, é assinar em baixo que repudiam a única coisa que vencem.

Não comento o fato de afirmarem que arbitragem não faz parte do cotidiano vermelho e preto, pois não há o que se falar sobre certas coisas que já estão pra lá de massacradas nas cabeças daqueles que não enxergam a um palmo do nariz.

Acreditar que o resultado foi “atípico, anômalo e escalafobético” é mais um motivo para que todos enxerguem a natureza covarde de alguém que tem um meio de comunicação tão forte como a Globo nas mãos, como instrumento de trabalho para produzir algo de útil em prol do crescimento mas que prefere falar sobre absurdos que só quem tem a mente alienada como si próprio vai achar um prodígio de jornalismo.

Pai Joel é velho” e como tal, tem experiência. Aproveitando o que aprendeu no passado, sabe sobressair em situações contrárias. E se consegue afirmar que um time como o Botafogo ou qualquer outro é pequeno só porque o tal imbatível foi derrotado, por outro lado não consegue aceitar o fato de que se torna pequeno quem não aceita a derrota ou que faz pouco caso dela. É incrível não notar que tal “invencibilidade” não trouxe os títulos de Libertadores, Brasileirões e todas as outras competições que disputou esse incrível time que sem passado, se apressa em dizer que é o melhor mesmo há 29 anos sem repetir o maior feito e que tem um histórico de eliminações muito maior que as próprias conquistas. Isso é ser covarde e pequeno. Acusar os outros daquilo que somente o próprio faz. “Rodízio de faltas e  bicudas”, só se for do Super Craque Toró. Quanto à moral de um esquema, o tático é sempre mais honroso que outros tipos de esquemas que nem perto chegam das 4 linhas.

Não é a soberba que espanta. São tacanhos, mesquinhos, invejosos e absolutamente imbecis. Claro que os imbecis em geral não sabem que o são, embora saibam que valem pouco, porque senão, não tratavam os adversários mais próximos com a execrabilidade inigualável da enorme repugnância que geram. “Tremenda de uma cagada” foi não conseguir ser melhor que os deficitários defensores alvinegros, como fez os ídolos que um dia serão vaiados, como Romário, Renato Gaúcho, Bebeto, Marcelinho Carioca e tantos outros, ao não terem a humildade de respeitar o adversário, mesmo que não viéssemos pedir por isso, mas sim por profissionalismo e hombridade, coisa que não se vê em vermelho e preto.

Realmente é “formidável e assustador” uma multidão de cabeças ocas que não conseguem diferenciar o ridículo e vergonhoso da arrogância, da verdadeira superioridade que é honrar a derrota com altivez e orgulho, e saber que um tropeço só traz o crescimento necessário para se alcançar a glória da conquista verdadeira que só é possível passo a passo. Uma batalha de cada vez.

Definitivamente, se tivesse dado “um break em tanta festa e manguaça” antes do jogo, teria tido melhor sorte na Quarta. Assim foi contra o Santo André, América do México e Defensor. E recentemente o Olaria.

Por fim, nada mais me tira da cabeça que uma velha e conhecida frase nada educada, foi a máxima desta Quarta de Cinzas e posta em prática:

NÃO GOSTOU? ENFIA O DEDO NO CU E RASGA!!!



A matéria de Arthur Muhlenberg foi sobre a derrota do time de ladrões, o Flamengo, para o Botafogo, por 2x1 nas semifinais da Taça Guanabara em 17 de Fevereiro de 2010. Na final, o Botafogo venceu o Vasco e foi campeão. Pelo segundo turno, a Taça Rio, Flamengo e Botafogo empataram em 2x2 e ainda se enfrentaram novamente na Final da Taça Rio. Uma vitória do Botafogo significaria a conquista do Campeonato Carioca de 2010 sem necessidade de Final. Já uma vitória do esgoto da Gávea dava o título da Taça Rio ao Flamengo que ainda teria que enfrentar novamente o Botafogo, por duas vezes mais, pela final do estadual.

O “não se repetirá tão cedoaconteceu de novo na final da Taça Rio, quando o Botafogo venceu exatamente pelo mesmo placar de 2x1, com o antológico gol de cavadinha de Loco Abreu, que deixou o goleiro assassino da mãe de seu filho, o Bruno, de bunda no chão.

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