A saúde do Futebol depende dele se libertar da Rede Globo! O Futebol NÃO é vermelho e preto! A FlaPress existe! Sem ter quem
    acredite nela, a mentira não anda. Combata a FlaPress repassando a verdade que você já sabe para amigos NÃO flamenguistas.

Notas não tão curtas (1)

Postado por Dannyele Brandão | segunda-feira, 30 de novembro de 2015

... e nem rápidas. Mas grosseiras, se você tiver um ponto de vista excessivamente ~refinado~
Não me siga no TT. Só publico besteiras por lá!

Você, que torceu e passou por toda aquela montanha-russa de emoções com o seu time durante este ano - eu compreendo  - ... Está tudo bem? Pois se não estiver, trate de ficar, que 2016 taí!

Vim trazer opiniões ligeiramente venenosas sobre alguns poucos fatos dos últimos dias. Tá preparado? Pode se jogar!



* Liga Rio-Sul-Minas: o fato é que essa parada é igual ao lance da Joelma posar pelada - não me interessa quem vai gostar e quem não vai, o importante é ver os dois lados surtarem. Aloka!

Agora sério mesmo, tu pensas que alguma parceria com o Flamerda tem chance de prestar? Com a divisaum da verba sendo desproporcional como sempre, já fica difícil dar moral. E esse negócio de "cada um tem que saber o seu tamanho" que Alexandre Kalil disse, sinceramente, é pra acabar o tacacá de Belém. Tenha dó...

Ah, nem me venha com conversa de "pai e filho" não, tá? Feche a cara, que teu time também vai receber pouco lá da Globosta! (Beaj)


*No Fluminense, a rescisão do contrato de Vinícius. Ah, Vinícius, que droga. Já não basta o Gerson, que vinha jogando um futebolzinho de M... desde o tal do pré contrato com um clube estrangeiro, e o Michael, que cedeu ao fracasso das nuvens brancas de Erythroxylum coca.

Tendo a sorte que tem de jogar no Flu e ainda fica com essa raparigagem? Ah, cara, pata qua poréu... Se está achando ruim, vaza e dá espaço para outro jogador, de preferência que saiba aproveitar a oportunidade.


* Dois clubes que ascenderam de divisão & minha visão sobre eles. Ainda não tô crendo que o Vila Nova voltou pra Série B. De quebra, contratou o Wendell (o do gol mais bonito da temporada, que está concorrendo ao premio Puskás, e que estava desempregado há alguns meses).

Eu vi o jogo do título contra o Londrina, que quase acabou em briga e pra variar teve invasão da antiga geral, que está desativada (sdds Serra Dourada)... Todo o respeito ao Londrina, mas qual é a desse povo de ver que o time tá perdendo - a essa altura o placar era 4 a 1 para o Vila - e começar a dar a loka em campo? Querer agredir o adversário só vai prejudicar... Caramba, ninguém aprende! Mas quem disse que cavalo velho aprende truque novo?

Mas tô crendo menos ainda que o Santa Cruz vai voltar a disputar a Série A, depois de ter chegado a ficar de fora do Brasileirão em absoluto. Sério... Nem sei o que dizer! As imagens a seguir falarão por mim...


 

(Créditos nos títulos das imagens) E é isso. Alegria genuína para quem desceu ao nível mais profundo do inferno...

#

As Alices não encontrarão palavras fofas por aqui. Voltarei com mais frequência e cruel como nunca, preparem-se!

Saudações Tricolores e até a próxima!


DNL

Falta de absurdo

Postado por Dannyele Brandão | quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Oi, pessoal!

Como sempre, depois de um silêncio sepulcral, cá estou eu outra vez para uma conversa rápida e aprumada com vocês. E o assunto é a bandalheira de ontem nas Orangetrees. ... Enquanto eu pensava no que escrever nestas linhas ao som de um brega, minha mãe ligou para dizer "Você viu o que aconteceu ontem lá no Fluminense?"

É lasca mesmo!

De rocha, não sei mais como opinar porque já virou um lugar-comum. 

Desaprovo totalmente tal comportamento, não importa de que torcida surja. Aliás, não dá nem pra chamar esse pessoal de "torcida"... (Sem contar que estou devendo um textaum sobre este assunto desde o ano passado.) 

É claro que fica difícil de apoiar a equipe quando seus atletas não estão jogando porríssima nenhuma e quando seus dirigentes estão metendo os pés pelas mãos. Mas gente, é necessário partir pra violência? Pressionar os jogadores a terem boas atuações - assim, na base da ameaça? Forçar invasões ao clube com a intenção de destruir o patrimônio que, de forma direta ou indireta, é construído com o apoio e para essas pessoas?

Isso ajuda em quê? 

"Ah, nós amamos o Fluminense e estamos aqui porque queremos raça!" Ahã... É tanto ~amor~ que lhes falta a razão e a dita raça também.

Falta raça até para a diretoria, pelo que eu vejo.
Se o problema é o técnico, então troquem-no porque essa é a solução mais rápida (mas se é a mais eficiente, o passar das rodadas e a atuação do time mostram)... Se são os atletas, o clube tem que ter  mais pulso firme para exigir deles o melhor e acabar com a interferência excessiva de empresários no ambiente... Se é tudo isso junto, todos que ali estão têm a obrigação de usar a lama de cérebro guardada dentro do crânio e se unir para encontrar a mudança.

Até porque estão procurando-a há muito tempo...


- x -


* Adendo: eu tenho 22 anos de idade e, destes, passei 20 até entrar pela primeira vez em um estádio. Não vi a época áurea dos Brasileiros de 70 e 84, tinha menos de 1 ano à época do gol de barriga de Portaluppi contra a pocilga da Gávea e era apenas uma criança inocente quando o Fluminense desceu ao seu mais profundo Tártaro - ou seja, não entendo de nada. Só quem pode e tem moral para falar sobre o que é amar e torcer mesmo é quem passou por todas essas fases.

Não dá para respeitar quem se considera mais torcedor que os outros só por envergar a camisa de uma organizada.

* A melhor demonstração de repúdio ao fracasso é o silêncio. Uma torcida calada incomoda mais do que agressões verbais e físicas.

Só a história do clube é imperecível. O resto... o tempo leva. 


Voltarei. (Quando, não sei)

Saudações Tricolores! 



DNL

Das lágrimas forçadas e seus motivos

Postado por Dannyele Brandão | sexta-feira, 15 de maio de 2015


... Também choram.
Mais pela dor dos olhos - da capsaicina em suas córneas - do que por outra razão.
Mais pelo desrespeito do que por qualquer outra coisa.


Um drone e sua possível queda, de tantos metros de altura a outros tantos quilômetros por segundo, sobre a cabeça de alguém - pois a Física não aceita desaforo... Uma sorte, em meio a tudo isso, ele não ter caído.
Tal sorte também tiveram aqueles que escalavam o alambrado.

O que é uma segunda divisão?
Coisa do futebol.
Fantasma? Apenas para quem se permite ser assombrado.
Babacas tratam isso como causa de piadas e outras idiotices pertinentes a eles. "É coisa do futebol", todo mundo diz... "Mas você não é todo mundo", minha mãe diz, e ela tem razão. 
Não vejo graça nisso, e é capaz desse fato me tornar um ET aos olhos alheios. Pouco importa.
Sempre existiu um limite entre a zoeira e a animalidade, e este continuará sendo ultrapassado incontáveis vezes. Quem não morrer nas mãos dos criminosos travestidos de torcedores será ferido de várias maneiras. E só quem já viveu algo parecido é que sabe.
Talvez, a sorte (outra vez) de ninguém ter morrido nesse episódio bisonho.
"Ah, mas também não é para tanto!" Tu que pensas...


Divisão... Para mim, deveria ser feita entre os torcedores. 
No caso, o segundo escalão - composto de pessoas que odeiam o futebol e tudo o que diz respeito a ele, e que só o usam como pretexto para expor seu lado monstro e afugentar quem realmente ama o esporte.

Nada de prolongamentos. Não escreverei minha tese de doutorado (profetiza!) aqui.
Mas não dá para esperar nada da Conmebol, nem mudança de comportamento das pessoas... Provavelmente eu tenha que voltar a escrever sobre este tema daqui a alguns meses, ou a algumas horas.
O futebol já é uma causa perdida há muito tempo.

O jeito é chorar.
À força, pois a dor é tamanha que as lágrimas não caem por vontade própria.




Voltarei em breve, assim que meu ano letivo acabar (mês de julho) e espero, até lá, ter recuperado a inspiração que a escola está tomando de mim.
Saudações Tricolores e até breve.

DNL

Para finalizar o ciclo

Postado por Dannyele Brandão | sábado, 20 de dezembro de 2014

E aí, pessoal? Como estão vocês?
Pois é assim...

Teeeempos depois do fim do Brasileirão e faltando poucos dias para o encerramento de 2014, venho aqui "dar as letras"... Estive sem a menor inspiração desde meu último post aqui. O mesmo foi para mim uma limpeza espiritual (quem escreve direto me entende), mas por outro lado me trouxe um grande aborrecimento... Acontece, normal.

Todavia, não foi sobre isso que eu vim falar.

Quatro observações ligeiras sobre os quatro grandes do Rio a seguir.


*Vasco da Gama.

Talvez o Vasco tenha penado mais do que deveria para voltar à primeira divisão.

No meio da história, mudança de treinador e um processo eleitoral polêmico.

Agora, Eurico é uma cara conhecida que tem, a partir de janeiro, o dever de reerguer o clube da Cruz de Malta. Falta de apoio não será problema... Apenas precisa aproveitar bem o respeito que os torcedores que o elegeram têm por ele.



*Botafogo.

A questão é que, assim como no Vasco, a mudança de comando somada aos problemas financeiros fez uma tremenda bagunça no ambiente de trabalho. E, claro, a imprensa aproveitou. A eliminação da Libertadores após 15 anos sem disputar a competição e o descenso no BR foram infelizes consequências.

Mas a parte boa, embora tardia, foi a volta do clube ao Ato Trabalhista. \o/ É lógico que Carlos Eduardo Pereira vai ter um baita desafio pela frente, e precisa, mais do que nunca, do apoio de todos aqueles que amam o Alvinegro.

Espero, de coração, que o Botafogo de Futebol e Regatas recupere suas forças, sambe na cara da sociedade e volte para a Série A em 2016 com toda a honra que lhe é devida.


*Macaé. (Pensou que eu falaria de quem?)

Após conquistar o título inédito da Série C no empate de 3-3 com o Paysandu, lá no Mangueirão em Belém, o time da capital do petróleo brasileiro participará da Série B também pela primeira vez em sua história.


*E, por último... o Fluminense.

O que falar? Durante este ano, eu passei a integrar a ala dos que não estão nem aí e fiquei só observando.

Francamente... Em momentos cruciais, faltou hombridade à diretoria, à equipe, à comissão técnica... e a torcida amoleceu. Não estou falando de presença no estádio, mas de apoio sincero. 

Um exemplo do tal apoio sincero: as torcidas dos times argentinos os quais tanto criticamos. Mais uma vez, digo dos que amam o time, e não dos que matam usando-o como desculpa. Respeito as organizadas de todos os clubes, mas barra-brava é criminoso e não torcedor. E ainda estou devendo um post sobre o assunto.

E veja bem: hombridade é completamente diferente de "macheza". É, como diz um amigo meu, ter caráter na cara (hahahaha). Tenho certeza que você compreende isso.

Sobre o fim do vínculo com a Unimed, o que me resta dizer é: patrocínio-casamento acaba mesmo. Aí, na sequência, vem o patrocínio-necessidade e não adianta mais reclamar. 

Tudo tem seu preço...

Boa sorte para todos nós.



Mais:

- Me desculpem os torcedores que gostam de fazer gracinha com a situação dos clubes adversários, mas não compartilho da opinião de vocês. Não nasci para isso.

- O Estado onde você mora não influencia no time para o qual você torcerá. Digo isso por causa de algumas coisas que tenho visto - falarei melhor sobre o assunto em breve.



Nota extra:

* Copa do Brasil '15 - os jogos da primeira fase já foram definidos em sorteio realizado no último dia 16/12. A competição se inicia em 4 de março e os times que disputarão a Libertadores, mais o Fluminense (6º colocado no BR), entrarão já nas oitavas de final.



E é isso aí! Nos falaremos em 2015, com mais frequência - assim desejo eu.

Saudações Tricolores e Boas Festas!


DNL

Memórias atuais - 2: O meio, o início e o lamento

Postado por Dannyele Brandão | quinta-feira, 4 de setembro de 2014


E aí, povo? Como estão vocês?

Depois de longa ausência, volto com um post mais longo ainda. (Haha)



1ª parte. Nas ondas.


Zé do Rádio RULES!
Você, amigo torcedor de outra bandeira, com toda a certeza já viveu sensações extremas através da 'latinha' - principalmente se tiver mais de 30 anos. Extremas sim, pois superam a tela fria da TV, quase se igualando à presença física no estádio. A mente, ao menos durante os 90 minutos, se transporta para dentro do gramado, desenhando todos os lances.

... Fica sempre no ar o clima do rádio que não morre, porque ele teima em resistir e se integra a outros meios. A arte de criar o show do esporte - isso mesmo, aquele brilho que havia nas transmissões de partidas e nas mesas-redondas - é que está morrendo, por escolha das emissoras. "O glamour do rádio", isso aí. Transformar um simples jogo em um espetáculo, hoje, é conseguido por poucos. 

O dial merece respeito e o torcedor também.

A evolução é necessária, porém trazer um pouco do passado é o que impede que se abandone o gosto pelo rádio esportivo. Parece até afrontoso da minha parte dizer tais palavras, já que não vivi a longa Era de Ouro de Jorge Curi, Waldyr Amaral, Doalcei Bueno de Camargo, João Saldanha, entre tantos outros... mas foi através desse meio que conheci e aprendi a gostar de futebol, antes mesmo das primeiras partidas que acompanhei pela TV. (Isso é conversa para daqui a pouco.)

A surpresa ainda é a mesma quando se conhece as caras que são donas das vozes... Narrar jogos vai muito além de ter uma voz bonita. Se fosse por esse detalhe, todos os profissionais da voz fariam o trabalho, não é? Mas o narrador tem um dom especial: o de passar o sentimento através da frequência. Isso faz a diferença.

Um grande ídolo meu diz que rádio é emoção e sensibilidade. Eu acrescento a palavra "imaginação", e assim se forma um trio perfeito. 




2ª parte. Ufanar...


do dicionário Michaelis (Ed. Melhoramentos):

ufanismo 
u.fa.nis.mo 
sm (ufano+ismo) Espécie de otimismo nacionalista.

-x-

Apesar de tudo, por que não me ufano da minha imprensa esportiva?

Eu sei que há ótimos profissionais, daqueles que amam seu trabalho e honram os benditos quatro anos que passaram nos bancos da faculdade, e até os que não cursaram Jornalismo mas fazem beeem melhor que muitos graduados. O problema - que pode ser transformado em solução - é que é bem mais fácil reparar nos que não valem nada.

Leia aqui e compreenda.

O meu objetivo, assim como o de Mauro e de tantos outros, sejam visitantes que nos apoiam (óbvio), colaboradores e parceiros, não é apenas ser ufanista - clubisticamente falando. Não somos cegos! Sabemos muito bem a causa que abraçamos e defendemos. Temos argumentos firmes; só não enxerga quem não quer.

E, claro, não forçamos ninguém a aderir também à nossa causa... muito ao contrário da banda podre da mídia (pare de negar que ela existe!), que impõe às pessoas verdades distorcidas, a começar pela forma como nossos times são tratados em relação "àqueles dois" que você sabe quais são.

Pense bem nisso. 



3ª parte. Razões emocionais.


Eu não deveria escrever "desabafos", sei disso... Mas é a única forma que me cabe, pois não consigo ser impessoal.

Acho que todos – nós que gostamos de futebol, é evidente – já nascemos torcedores de algum time. Talvez só descubramos isso depois de uma certa idade, e é provável que vistamos outros mantos (ou até mesmo um daqueles dois panos de chão, afinal todos cometemos erros) até encontrar o certo. 

Das várias lembranças que tenho da minha infância esportiva, me vêm à mente a torcida do Vasco gritando "Ah! Eu tô maluco!", ver pela TV os estádios lotados de bandeirões e alegria e as vinhetas das jornadas da Itatiaia, da Rádio Globo e da Jovem Pan. Isso me balança a alma, mesmo depois de tanto tempo, e faz com que, de algum jeito, eu me sinta outra vez como aquela criança que não conhecia nem entendia muito os narradores das rádios, mas se identificava com o trabalho deles. Algo um tanto mágico.

Eu tinha cerca de quatro anos de idade na época e comecei a acompanhar futebol meio desinteressada, por causa do velho chavão preconceituoso. Primeiro veio o rádio, meio poderoso que chega a lugares onde a tela não brilha... Depois, lá estava eu, com os olhos vidrados na televisão, atenta a todos os lances. Essa foi a tentativa mais difícil que fiz de me aproximar do meu pai. Eu queria ter um simples assunto para conversar com ele.

Muitos pais não sabem a sorte de terem uma paixão em comum com os filhos, mesmo que as camisas vestidas sejam diferentes em tudo. 

Tentei ser atleticana como ele... Não adiantou. As razões eram outras. O único laço que talvez poderia nos unir ajudou a nos separar ainda mais, pois o esporte ocupou em meu coração um lugar que meu pai nunca quis ter.

Paciência.

-x-

Demorei muito tempo para pisar em um estádio - já com 20 anos, em agosto do ano passado, e justamente no Serra Dourada, que sempre quis conhecer. Hoje, sinto um tremendo vazio por não poder fazer isso com frequência... Não sei se você, que está lendo, entende. Se pode ir aos jogos sempre, faça-o, por mais difícil que seja enfrentar o resultado, e ele nem sempre será bom. É a sua paixão que está lá, embora representada por pessoas que não sabem o que ela significa para você. 

Seu clube do coração é uma tradição de família? É um sacrifício que um dia você fez por alguém, mas que passou a assumir um lugar importante em sua vida (até mais importante que esse "alguém")? É uma descoberta após se incomodar com a dor ou se sentir contente com a alegria alheia?

Então você compreende perfeitamente.

Vocês estão unidos por forças bem maiores que uma vitória ou uma derrota.



Notas extras:
* Eu não ia dizer nada sobre a punição sofrida pelo Grêmio FBPA graças à conduta racista de alguns "torcedores" - será que são mesmo? - em relação ao Aranha, na partida contra o Santos (válida pela copa do Brasil, em 27/08) ... Porém, não consegui ficar alheia ao fato.

Essas são as pessoas que dizem amar o clube, mas cometem um ato nojento e antiético, fazendo com que o alvo de seu "amor" seja excluído da Copa do Brasil?

Que diabo de amor é esse?

Essas pessoas querem mais é f*der o Grêmio, porque pelo visto não amam nem a si mesmas... Assim como também não têm amor-próprio os pseudotorcedores do Fluminense que foram ao aeroporto só para agredir e ofender a equipe após a derrota para a Chapecoense. Sinceramente... Já perdi a conta da quantidade de vergonha alheia que sinto disso tudo.


* Não tenho nada a declarar sobre a Sul-Americana. Que se lasque... Os dois pássaros voaram, e para bem longe! Eu já esperava por isso. Mas, se for feita a contagem regressiva para a saída de Cristóvão, eu vou começar a duvidar seriamente da hombridade (pegue o dicionário) da diretoria do Fluminense.


* Na boa... Ouvir o meu locutor preferido dizer que o Flamerda tem um pacto com a vitória doeu mais que esmurrar uma parede. Porém não na mão, e sim no coração - órgão que já me arrependi inúmeras vezes de possuir.

O rádio é sempre o causador do meu lamento...

Por hoje, é só isso tudo (Rsss)

Até breve! 

Saudações Tricolores!





DNL




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Quando os burros murcham as orelhas

Postado por Dannyele Brandão | quarta-feira, 28 de maio de 2014

Amigos!

Saudações Tricolores a todos!

A apenas uma rodada da tããão esperada pausa para a Copa - que todos esperamos mesmo é que seja bem aproveitada pelos nossos times - quero saber se vocês repararam no "silêncio" da banda podre da mídia esportiva.

Bisonho, o triste e resmungão asinino de Walt Disney.
Lembra alguém?
Alguns deles estão quietinhos - alguns, vejam bem! Quando possível fico de olho em todos, tanto dos meios mais populares quanto dos menos conhecidos. ... Há os que não se seguram, por exemplo Flávio Gomes, que insiste em abrir aquele buraco na cara para dizer bobagem na Fox Sports. Ele não se cansa... Mas por outro lado, sinceramente, como é ótimo, fantástico, perfeito ver RMP diminuindo o tom de voz na mesma Fox para falar do Fluminense! (Risos maléficos) 

[Linhas direcionadas: Me desculpe, meu bem. Mas a esses caras não posso chamar de jornalistas! Não estou sendo parcial, e espero que você compreenda...]

Mas é assim mesmo... Como no dito popular, quando um burro fala o outro baixa as orelhas.

É difícil que eles se calem todos ou o tempo inteiro, até porque alguns vêm nos atacando desde a bendita Copa JH... Como eu disse pouco antes da rodada inicial do BR-14, a guerra inclui também lutar contra Mrs. Press. Por enquanto seu exército está entrincheirado, salvo um ou outro soldadinho de papel que insiste em sair de trás das barricadas - vide o portal Terra Esportes e sua manchete "Rei do tapetão..." etcétera, após o jogo contra o Figueirense. Mas este foi alvejado.

Falando nisso, uma coisa ainda me causa estranheza: o porquê da ação repentina contra o portal, sendo que a oportunidade de ter processado, meses antes, a ESPN não foi aproveitada da maneira devida. Nem uma nota de repúdio foi publicada em dezembro último, quando a sessão de tortura começou. "Antes tarde do que nunca" mesmo?

Vamos refletir mais uma vez: pra quê pegar piaba em peneira quando se pode arpoar um pirarucu? 


Pois é!

Os dados continuam rolando! Arpões a postos!




Mudando de pato para elefante, notas extras:
- Ídolos - não importa a sua magnitude - devem ser sempre lembrados. Se possível, enquanto ainda estão vivos...

Fiquei chocada ao saber da morte de Washington, o do Casal 20, depois de longo sofrimento causado pela esclerose lateral amiotrófica. Nome difícil, tratamento mais ainda. Foi a luta final.

Quem está preparado para isso? Sentimento vazio, diante de tantas marcas brilhantes que ele deixou na história do Fluminense e que seguirão vivas através dos tempos.

Penso em Assis, Romerito, Rubens Galaxe... Será que eles estão sendo homenageados da forma que merecem?

E os ídolos dos outros clubes? E os do seu time?

Eles não podem, nunca, ser tratados como soldados derrotados que, após tantas batalhas, ganham como medalha o esquecimento. Sua condecoração é tudo o que fizeram, as alegrias que deram à torcida e que muitos torcedores nem nascidos em tais épocas, como eu, registram com orgulho.

Eles não são derrotados.

Combatentes que foram vencidos pelo destino, pelas lesões, por doenças que os fizeram interromper suas carreiras ou que vieram depois do fim delas - numa profissão que tem prazo de validade, e cujo instrumento decreta a parada -, mas não o podem ser pelos próprios clubes onde estão escritas, graças a eles, as melhores páginas. É muito mais difícil e doloroso para eles, estejam certos disso.

Estes honraram a camisa, e devem ser honrados da mesma forma. Os de hoje deveriam tê-los como exemplo, se não for pedir muito.



- Momento Vergonha Alheia, em poucas palavras: Esse pessoal vai continuar achando mesmo que o uniforme "2" da Alemanha foi inspirado no pano sujo do Fra? Para, gente, pelo amor da minha mãe. Tá ficando feio!



É só isso.
Até breve!
ST!



DNL







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Memórias atuais - 1: E a roleta gira

Postado por Dannyele Brandão | sábado, 19 de abril de 2014

E aí, minha gente?

As breves linhas de hoje são, a bem dizer, um desabafo... "1" é porque, se o destino achar necessário, haverá continuação.

Faltando poucas horas para a estreia do Flu no Brasileirão 2014, caiu um barranco de pensamentos no meu cérebro.

Lembrei de uma pessoa a quem dediquei amizade e com quem brinquei no dia em que o Fla-Flu completou 100 anos, (se é que é mesmo possível brincar com flamenguistas de forma saudável) e que de repente parou de falar comigo por causa de uma decisão do STJD. Quando essa cria me disse, ainda que indiretamente, que eu deveria ter vergonha de torcer pelo Fluminense, foi uma bela facada no respeito que havia entre nós duas. Fecharam-se as portas da civilidade, e aí parece que o problema é comigo. Que eu, por ser tricolor, sou uma ameaça ao âmbito moral do futebol e à curriola que apoia o descumprimento do Código Brasileiro de Justiça Desportiva. Imoral e má!

Silêncio sepulcral.

Há quase cinco meses, nenhuma palavra. E eu era a única tricolor que fazia parte de seu "círculo social".

Que se exploda. 



Pois é... Quem gosta de ser apontado como inimigo número 1 da nação? É um estigma que vai demorar para ser eliminado, isso se o for... Até que apareça o próximo "rei do tapetão", que terá, também, sua história vilipendiada e sua honra jogada na lama. E, estejamos certos disso, logo outro clube assumirá esse trono infame.


Give me a jail, Paulina.
Enquanto isso... Seguindo na Série A, o Fluminense será visto como o vilão, não é? O causador de todos os males. Da mesma forma que tal pessoa me vê agora. ... Logo eu, que não gosto de novelas, me dou ao luxo de compará-lo, tal a situação, com Paola Bracho - odiada por muitos, mas os que gostavam dela, por sua elegância e seu comportamento, seguiam-na quase como uma torcida. Outra trama, com outro final... Mas ao pensar no Flu, ouço a gargalhada na interpretação primorosa de Gabriela Spanic.

A gargalhada venenosa de quem vai reagir às ofensas que virão de todos os lados, assim espero eu... Não dá para usar a fidalguia o tempo inteiro e oferecer a outra face não traz o respeito alheio, pelo menos não do meu ponto de vista. Por favor, né? Já acabou o tempo de ser Paulina, baixando a cabeça frente aos ataques e aceitando-os como se fosse merecedora deles. Decrete-se, para ontem, o fim da conduta politicamente imbecil e do sorrisinho amarelo diante das câmeras.

Nesse momento, manchetes dignas de um The Sun aguardam, loucas para serem publicadas nas capas dos diários esportivos.

Cada partida será uma roleta-russa, com os abutres famintos à volta esperando para devorar a carniça - e o risco de disparar na própria cara é sempre iminente. Ops! Deixe que os "jornalistas" disparem. Para eles, será uma honra... Os vejo esfregando as mãos, um brilho de ódio nos olhos, babando feito cachorros raivosos. (Não serão 19 contra 1, como dizem por aí; Mrs. Press também pegou seu fuzil, para o caso de os tiros ecoarem em outros estádios.)

O oitão três janelas já está limpo, brilhando.

Completamente carregado de balas, ao contrário da regra.

Vale uma risadinha...


-x-

Você, amigo tricolor, já preparou faixas e cartazes de protesto para levar aos jogos?
Eu estou fazendo as minhas. É ideia que não acaba!
Essa é a reação que podemos e precisamos ter. 
Mas fiquemos cientes de que tentarão nos calar... Vamos deixar?

-x-

Vai começar o Campeonato Brasileiro.
Que girem os tambores das armas...
Que rolem os dados!
Saudações Tricolores!

DNL 

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Desinspiração

Postado por Dannyele Brandão | segunda-feira, 31 de março de 2014



(Imagem da página Jornalismo da Depressão.)

Já fazem algumas semanas que não me sinto nem um pouco inspirada para escrever sobre o Flu.

Mas inspiração é necessária mesmo? É, sim. Se eu tentar criar qualquer coisa sem ela, com certeza sai besteira. Perfeitamente como vem acontecendo com o time há bastante tempo... é até repetitivo dizer isso, mas soa como um longo período de "bloqueio criativo".

Que ideias? 

Tal qual a pauta que é cumprida apenas para encher linguiça. Cadê o conteúdo?

Esse é o ponto... Não há vontade de nada, nem mesmo de sair da zona do desconforto. Como diz minha mãe, quem quer moleza "obra" e se senta em cima (eu sei que você entendeu...). E todo esse desânimo contamina e causa uma tristeza profunda.

A torcida, obviamente incomodada, não grita nem canta. Parou no tempo e calou a própria voz.

O presidente do clube não sabe dizer não a certas interferências, e nem consegue - ou não quer - tomar atitudes que seriam vitais.

O tão amado presidente da patrocinadora... bem, me parece que o Fluminense agora é sua marionete, e isso não é amor, mas falta de respeito. Eu bem poderia usar outra palavra no lugar de marionete, mas vou deixar que você, que está lendo estas linhas, o faça. Cabe o questionamento: será mesmo que ele é tricolor?

(Vou me privar de falar sobre o técnico. Quero que ele me mostre que pode e tem coragem de fazer melhor do que isso.)

Até mesmo a bola rola pelo gramado sem o menor tesão. 

Tanta coisa assim tira a inspiração de tudo.

Ela falta a mim, a Peter, a Celso, a Renato, ao time.

Espero que volte a nossas mentes e pés antes do dia 10/04...


DNL





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Um breve olhar sobre a imprensa esportiva

Postado por Dannyele Brandão | terça-feira, 25 de março de 2014

Saudações, amigos!

Quando vamos explanar sobre a profissão que seguimos ou queremos seguir, é difícil falarmos mal, se gostamos dela, claro. No meu caso, decidi que queria cursar Jornalismo ainda criança e minha paixão pelo futebol direcionou minha atenção para a imprensa esportiva, que eu julgava o glamour total: Copas do Mundo, Olimpíadas, Pan etc. Com o tempo, conhecendo e pesquisando sobre a área é que fui perceber que interesses maiores, alguns muito ruins, subjugam grande parte dos profissionais da área, e não é necessário clubismo para entender.

É um campo que lida direto com as paixões alheias, e quem atua nele deve deixar as suas de lado pois elas não interessam. Se é formador de opinião, é necessário ter todo o cuidado... óbvio que há pessoas que não sabem fazer isso. Muitos desses aproveitam-se de sua condição para não apenas impor seus pontos de vista, mas também desrespeitar de forma explícita o dos outros.

O jornalista é peça importante da sociedade, “o olho da nação” como dizem às vezes. Está sujeito a cometer erros, porém é sua própria obrigação corrigi-los, e não incorrer neles achando que estão certos ou querendo fazer com que pensemos assim, como acontece tantas vezes.

Repórteres policiais arriscam suas vidas, e até as perdem, para mostrar ao mundo uma verdade sangrenta e incômoda, porém isso raramente acontece nas redações quando o esporte entra em pauta. Será porque o futebol é o ponto fraco do brasileiro, “povo que tem uma bola no lugar do cérebro”? Ou porque “temos coisas mais importantes para nos preocupar, por quê ligar para essa besteira de futebol?” Vale lembrar que um país que é sujo na política comum é imundo na do esporte e nem preciso explicar o motivo. E as duas caminham juntas. Basta observar bem.

Na realidade, o brasileiro (cabe antes a ressalva: isso independe de formação acadêmica ou classe social) infelizmente está acostumado pela História a enganar, esconder e manipular, e ao mesmo tempo a se submeter ao cabresto de qualquer organização, no caso, uma parte da mídia que age igual – tanto que de alguma forma, em muitos meios, a liberdade de informação e expressão é apenas um conceito relativo: você sabe só o que dizem que deve saber, não o que precisa. E os interessados em revelar o fato puro não podem passar do limite marcado apesar de abstrato, sob pena de graves consequências morais ou até físicas.

Mas enquanto os sérios não saem de trás das muralhas, os calhordas se aproveitam e usam o brasileiro bobo que não tem memória e pensa com uma bola de futebol.  “Claro, a mídia é poderosa, tudo o que dizemos se torna verdade absoluta e o povo jamais nos contestará”, dizem por trás de suas palavras macias. Eles se acham maioria – não o são, diga-se de passagem e isso os fortalece cada vez mais, pois o combate não vem de dentro.

Essa é a glória indisfarçável dos praticantes do jornalixo esportivo. Eles se sentem imbatíveis.
Têm imenso prazer em jogar as torcidas umas contra as outras, como num ringue, para depois repetirem mantras falsos de paz no esporte e de trazer de volta o humor do mesmo.

Quando questionados, desfiam rosários em favor da liberdade de imprensa, tentando se inocentar de toda a irresponsabilidade.

Põem a opinião pública tola contra os clubes e atletas e falam em moralização, mas apoiam os realmente imorais com um descaramento absoluto, como se fossem dignos de todo o respeito e louvor.

Compreendem os efeitos de tudo o que dizem, e é por isso mesmo que dizem.

Agradecem pela sua alienação.

Sorriem... de você, e não para você.

E aplaudem o espetáculo!

Mas nós, na qualidade de leitores, ouvintes e telespectadores, temos o poder e todos os meios de enfrentar e afrontar esses cidadãos que ignoram a ética jornalística, e devemos fazê-lo ainda que da forma mais simples. Nós PODEMOS fazer isso, e para tal, como eu disse no início, não é necessário clubismo.

Corra atrás da notícia do seu jeito, acompanhando os veículos que achar melhores. Procure conhecer os profissionais que estão do outro lado. Fique atento se eles não estão confundindo "liberdade de expressão" com "libertinagem para falar mer..." e questione-os. Apoie os que estão cumprindo seu papelE claro, cobre de todos uma conduta isenta e respeitosa, afinal, eles estão a serviço de você e do seu direito à informação. 

É isso, amigos!

Até mais! 

DNL 

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Ideias parcialmente ordenadas

Postado por Dannyele Brandão | sábado, 15 de março de 2014

Oi, gente!

É bem difícil pensar num rumo só quando se está diante de uma enxurrada de notícias. Isso me deixa meio atônita. (Haha) Então, segue o compacto dos acontecimentos que considero mais importantes, ocorridos durante a semana. 

1. Copa do Brasil: os jogos da primeira fase já começaram a ser realizados.

O Fluminense estreia na competição no dia 20/03, às 21:50, contra o Horizonte-CE, no estádio Horácio Domingos, na cidade cearense de Horizonte. O jogo da volta é no Maracanã, no dia 10/04, no mesmo horário.

Não vou mentir: me preocupa a possibilidade de que a torcida e a delegação sejam alvos de violência nos jogos fora do Rio. Os efeitos da ação da wastepress serão sentidos nas vaias e xingamentos, e eu espero que não se convertam em mais agressões físicas.

É bom nós nos prepararmos para encarar isso. Vamos parar de esperar por alguma atitude da presidência do Flu. Esses black-blocks da mídia esportiva, que nós sabemos quem são, precisam ser confrontados de forma muito mais incisiva, mas não temos que agir como bárbaros insanos.

Exigir retratação, proibir certos "jornalistas" ou emissoras de falarem no Fluminense ou frequentarem as Laranjeiras? É um grande passo, mas isso já tinha que ter sido feito pelo jurídico do clube desde que começou essa cachorrada. E deveríamos ter nosso direito de entrar com faixas, cartazes e camisas de protesto nos estádios respeitado. Um elemento qualquer diz em um canal qualquer que a torcida do Fluminense é desprezível e nós não podemos responder à altura? Isso aí está errado!

Vou me aprofundar mais sobre o assunto jornalixo esportivo na próxima postagem. 

2. Copa do Mundo: Joseph Blatter não quer discursar na abertura para não ser vaiado? Problema dele. Ainda assim será vaiado, e nem terá o direito de pedir "fair play", pois quem cala consente.

E Valcke disse, em entrevista, que a FIFA não usou dinheiro público nas obras. A FIFA não mesmo, mas o governo sim. Por isso, talvez ninguém possa culpar a entidade pela farra com o nosso dinheiro, pois ninguém obrigou o Brasil a organizar a Copa.

Não estou nem aí pra essa bagaça. Mas ela será realizada, mesmo com a incompetência escancarada das autoridades, até porque nenhuma manifestação vai inviabilizar o acontecimento. E nós vamos ter que aguentar.

Nelson Rodrigues dizia que o brasileiro não está preparado para ser o maior do mundo nem mesmo em cuspe à distância, pois isso implica uma enorme responsabilidade.

Responsabilidade que os governantes do nosso país não têm e nunca terão. Nem todo cavalo aguenta levar uma carga pesada... 

3. Saída do Robert da UTI: excelente notícia! Torço por sua pronta recuperação.

De certa forma, o acidente serviu como uma lição para ele. Mas nem falo muito sobre esse ponto, pois todos nós contribuímos para o trânsito assassino que temos no Brasil, e ele teve sorte - ao contrário de tantas outras pessoas que morrem todos os dias nas estradas. Por isso mesmo, precisa valorizar a nova chance que recebeu. 

4. Carlinhos enfrenta outra barra pesada. Na madrugada de 12/03, em Santos, faleceu um de seus filhos gêmeos, Noah, de 2 meses, que já estava internado há algum tempo.

E no ano passado, sua esposa sofreu um aborto espontâneo, então com certeza a dor que estão sentindo na alma é indescritível.

Pela ordem das coisas, os filhos é que deveriam enterrar os pais, e não o inverso... Que ele e a família recebam o conforto que vem do Grande.

Do outro lado, Martin Silva, goleiro do Vasco, foi pai recentemente, mas sua filha, Pilar, teve complicações após o parto. De coração, desejo que ela saia dessa o mais depressa possível, cresça e seja razão de muitas alegrias para os pais.

E, para as duas torcidas: vamos apoiar os atletas nesse momento difícil. A força que vem das arquibancadas é fundamental! 

5. O desrespeito da imprensa com Fred. Outra vez, essa wastepress é phoda.

Não é uma visão "apenas" passional, coisa de torcedora; já não basta as redações secarem-no de uma forma... Tem que ter muita fé mesmo, porque olho grande é uma mercury!

O que é? O cara não pode mais ir à igreja, é? "Ah, era baladeiro até a semana passada!" E daí? Eu também vou, mesmo que raramente, pras buatchy, me divirto e ainda rio na cara dos hipócritas cu-de-santo (desculpem o termo), mas sempre acerto minhas contas com Deus. Então isso aí é problema de Fred, não dessas crias que não conseguem arrumar uma pauta decente. Estão virando TV Fama, Conta Mais, essas publicaçõezinhas meia-boca mesmo...

Por enquanto é só. 
Até logo!

DNL

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Das cinzas: o preâmbulo

Postado por Dannyele Brandão | quinta-feira, 6 de março de 2014


Aos que choram a morte do carnaval, e aos que a comemoram: Saudações! 

Dizem que o ano começa de vez a partir de agora. Ou mesmo a vida. Quem sabe, até os campeonatos mais importantes em nosso Brazyl. Ah, é ano de Copa. Blá blá blá... 

Então tá de boa. Mas aí vem a pergunta que é de praxe: quem é Dannyele? 

Dannyele é brasiliense, tem 20 anos (até o dia 16/08), torce pelo Fluminense e gosta de futebol desde que assistiu uma partida na TV pela primeira vez, nos idos de 1997; a partir daí, se tornou espiã de mesas-redondas. Vai seguir carreira jornalística pois ainda acredita em uma imprensa séria, escreve por prazer e necessidade e, ao contrário do que parece, fala muito pouco. E simplesmente ama ouvir, através do rádio, todos os jogos que consegue em todas as emissoras possíveis.

...

Aqui, falarei de tudo um pouco: torcida, história, gestão, etc., de acordo com o momento, e de assuntos à parte que envolvam o esporte. E de outros times também, quando for possível - podem ficar tranquilos, não venho para descer o sarrafo nos demais. Só não falo sobre aqueles dois que já sabemos. 

E é claro que não posso, de jeito nenhum, deixar de agradecer a Mauro por ceder a mim este espaço aqui no AQIP. Muchas gracias, meu fi! 

Sendo assim, eu, na categoria de fênix, me limpo das cinzas e lhes dou as boas vindas!

Ha! 

2. Das nuvens de tempestade 

Minha mãe nunca diz de forma explícita, mas sei que ela tem medo que eu me envolva em briga de torcidas, ou acabe espancada por criminosos travestidos de torcedores. Percebo claramente na forma como ela fala das notícias relacionadas a isso.

Eu não disse a ela que, na saída do Serra Dourada em 28 de agosto do ano passado, (Copa do Brasil, Fluminense vs Goiás, jogo da volta) fomos acuados pelos elementos das organizadas esmeraldinas depois que os portões do estádio se fecharam. ~ Tá, parece besteira me preocupar por omitir tal fato, e já faz tempo, mas e se eu não tiver sorte da próxima? ~ Alguns torcedores tricolores foram agredidos até mesmo pela polícia, o que de regra não me surpreende... apenas me irrita que os PMs não saibam diferenciar os violentos daqueles que só foram com o intuito de se divertir e ver seu time do coração.

Mas pombas, qual o pai/mãe que quer ver seu filho envolvido numa zorra dessas, seja como vítima ou algoz? O que sentem os pais de uma pessoa que é presa por agredir ou matar outra por um motivo tão fútil? Convenhamos: essas ocorrências são tão inúteis quanto discussões políticas, religiosas ou musicais, e não dá para continuar aceitando que vidas se percam por essa razão. Esporte é diversão, não desculpa para que se dissemine o ódio.

Esse é um assunto que vai render muito. Quando eu me embasar completamente, voltarei a falar sobre ele.

Por ora, até a próxima! 

-DNL- 

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