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Emblemas dos automóveis de P a V - Parte final

Postado por Aqipossa Informativo | quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011


EMBLEMAS DOS AUTOMÓVEIS

Os emblemas dos fabricantes de automóveis são mais do que simples símbolos de identificação das marcas. A maioria deles traz embutidos diversos aspectos da história da marca, capazes de aguçar a curiosidade dos aficcionados por carros.

Os logotipos acompanham o surgimento das primeiras fábricas de automóveis, no final do século passado. Como escuderias, agremiações esportivas e outras associações, os primeiros fabricantes de automóveis não dispensavam um símbolo de identificação do modelo, seguindo uma tradição surgida na Idade Média, como os brasões nobiliárquicos.

Continue vendo o significado dos que mais ficaram marcados na história do automóvel:



Peugeot: O leão estilizado, que representa a "qualidade superior da marca" e homenageia a cidade de Lion (França), é usado desde 1919. Desde então, o logotipo sofreu sete modificações.






Porsche: São dois brasões sobrepostos - o da região de Baden-Württemberg e o da cidade de Stutgartt (o cavalo empinado), sede da marca alemã. A marca adotou o símbolo a partir de 1949.








Puma: Iniciou sua produção em 1964 usando a mecânica do DKW e, em 1967, mudou para a mecânica do Fusca. Os primeiros "Pumas", na verdade DKW-Malzoni, foram feitos para correr e, de fato, sempre brilharam em Interlagos. Foram exportados para diversos países, principalmente para os EUA, entre 1970 e 1980.






Quadrifoglio: O trevo de quatro folhas dos esportivos da Alfa Romeo é o amuleto usado pelo piloto Ugo Sivocci, considerado herói da marca depois de ter morrido em um acidente, em 1923, no circuito de Monza (Itália). A partir daquele ano, todos os carros de corrida passaram a ter esse logotipo na carroceria.






Renault: O losango parecido com um diamante foi adotado em 1925, para sugerir sofisticação e prestígio. Desde então, teve quatro mudanças de visual. O primeiro símbolo, de 1898, eram dois "R", em homenagem aos irmãos Louis e Marcel Renault, fundadores da marca francesa.







Rolls Royce: Os dois "R" do logotipo eram estampados em vermelho. Com a morte de seus dois fundadores, Charles Rolls (1910) e Frederick Royce (1933), as letras passaram a ser grafadas em preto, em sinal de luto.






Saab: Uma das marcas sob controle da GM, a sueca Saab começou a fabricar aviões em 1938. O nome vem de Svenska Aeroplan Akteebolaget. A produção de automóveis começou em 1959. O logotipo circular tem um animal mitológico com cabeça de águia e garras de leão, símbolo da vigilância. O azul de fundo é a cor da marinha.




Simca: No Brasil, marca de prestígio que gozava da fama de ser frágil. Mas não havia como negar que o Chambord (depois Tufão) era um carro lindíssimo! A marca nasceu na França como uma importadora de carros Fiat, e seu nome era formado pelas iniciais de: Sociedade Industrial de Mecânica e Carrocerias Automóveis.






Subaru: Na língua japonesa, Subaru tem o significado de "plêiade" (conjunto de estrelas). Isso explica a constelação adotada como logotipo da marca.






Volkswagen: Um dos mais familiares símbolos entre as marcas de veículos, este círculo envolve um "V" e um "W", iniciais de volks (em alemão: povo) e wagen (vagão, veículo), ou seja: carro do povo, ou popular, já naquela época! Foi encomendado pelo próprio governo alemão ao engenheiro Ferdinand Porsche (o próprio). Por isso ambos os veículos usavam motores refrigerados a ar até pouco tempo atrás.




Volvo: O polêmico logotipo da marca sueca (que hoje é controlada pela Ford) é o símbolo da masculinidade e por esse motivo já foi muito contestado por movimentos feministas na Europa. Esse símbolo era usado pelos alquimistas para representar o metal, uma alusão que a Volvo fez à durabilidade dos seus veículos.

Emblemas dos automóveis de E a N

Postado por Aqipossa Informativo | quinta-feira, 20 de janeiro de 2011


EMBLEMAS DOS AUTOMÓVEIS

Os emblemas dos fabricantes de automóveis são mais do que simples símbolos de identificação das marcas. A maioria deles traz embutidos diversos aspectos da história da marca, capazes de aguçar a curiosidade dos aficcionados por carros.

Os logotipos acompanham o surgimento das primeiras fábricas de automóveis, no final do século passado. Como escuderias, agremiações esportivas e outras associações, os primeiros fabricantes de automóveis não dispensavam um símbolo de identificação do modelo, seguindo uma tradição surgida na Idade Média, como os brasões nobiliárquicos.

Continue vendo o significado dos que mais ficaram marcados na história do automóvel:




Ferrari: O cavalo preto empinado sobre o fundo amarelo era usado no avião de Francesco Barraca, piloto de caça italiano morto na Primeira Guerra Mundial. A pedido da mãe de Baracca, o comendador Enzo Ferrari passou a adotar o emblema em seus carros a partir de 1923.







Fiat: A sigla em letras brancas sobre fundo azul significa Fábrica Italiana de Automóveis de Turim. Por algum tempo as 4 letras foram substituídas por 4 barras inclinadas (brancas ou cromadas) mas, atualmente, o símbolo remonta aos primeiros veículos fabricados pela Fiat.




Ford: O símbolo oval com a assinatura de Henry Ford permanece quase inalterado desde a fundação da empresa, em 1903. Hoje ele inspira o desenho das grades dos carros da marca.


Jeep: Marca norte-americana cuja origem vem da pronúncia, em inglês, da sigla G.P. (General Purpose), utilizada para identificar os modelos destinados a vários tipo de uso.





Lamborghini: O touro que aparece no símbolo dos esportivos italianos é uma homenagem do fundador da marca, Ferruccio Lamborghini, às lutas de touro, pelas quais era fanático.. Tanto que os carros da marca (Diablo e Murciélago) têm nomes de touros famosos.






Maserati: O logotipo da marca italiana representa o tridente de Netuno, símbolo da cidade de Bolonha. A fábrica foi fundada em 1919 pelos irmãos Carlo, Bindo, Alfieri, Ettore e Ernesto Maserati.







Mercedes-Benz: A estrela de três pontas representa a fabricação de motores para uso na terra, água e ar. Surgiu depois que Gottlieb Daimler enviou cartão postal para sua mulher, dizendo que a estrela impressa no cartão iria brilhar sobre sua obra.







Mitsubishi: Um diamante de três pontas que remete à resistência e preciosidade. O símbolo veio do nome da marca: "Mitsu" significa três em japonês; "Bishi", diamante.








Nissan: A moldura azul (cor do céu e do sucesso na cultura japonesa) e um círculo vermelho ao fundo (que representam a luz do sol e a sinceridade) remetem ao provérbio "sinceridade leva ao sucesso". Nissan significa "indústria japonesa".

Emblemas dos automóveis de A a D

Postado por Aqipossa Informativo | quinta-feira, 2 de dezembro de 2010


Os emblemas dos fabricantes de automóveis são mais do que simples símbolos de identificação das marcas. A maioria deles traz embutidos diversos aspectos da história da marca, capazes de aguçar a curiosidade dos aficcionados por carros.

Os logotipos acompanham o surgimento das primeiras fábricas de automóveis, no final do século passado. Como escuderias, agremiações esportivas e outras associações, os primeiros fabricantes de automóveis não dispensavam um símbolo de identificação do modelo, seguindo uma tradição surgida na Idade Média, como os brasões nobiliárquicos. Veja o significado dos que mais ficaram marcados na história do automóvel:




Audi: As quatro argolas unidas representam as marcas alemãs que formaram a Auto Union, fundada em 1947. São elas: Horch, Audi, Wanderer e DKW. No dia 1º de janeiro de 1985, a Auto Union passou a se chamar Audi AG, com sede empresarial em Nekarsulm, na Alemanha.




Alfa Romeo: O símbolo é composto pela bandeira com a cruz vermelha (brasão da cidade de Milão) e pela serpente devorando um homem (símbolo da família real milanesa). O nome do fabricante italiano, fundado em 1910, é a combinação da sigla A.L.F.A (Anonima Lombarda Fabbrica Automobili) com o sobrenome do engenheiro Nicola Romeo, fundador da marca.






BMW: Representa uma hélice de avião, nas cores azul e preta. Foi criada depois que os irmãos Karl Rath e Gustav Otto conseguiram permissão do governo alemão para produzir motores de avião, em 1917. O primeiro carro a ter o símbolo da marca alemã foi o modelo Dixi 3/15, de 1928. BMW é a abreviatura de "Fábrica de Motores da Bavária" (Bayerische Motoren Werk).




Cadillac: Marca famosa da General Motors, o seu emblema é derivado do brasão da família de Sir Antoine de la Mothe Cadillac , o fundador da empresa. Desperta muita admiração no mundo todo, com sua grinalda de plumas – um verdadeiro clássico!





Chevrolet: Diz a lenda que o logotipo em forma de gravata borboleta foi baseado na ilustração do papel de parede de um hotel em Paris onde um dos fundadores da marca, William Durant, teria se hospedado, em 1908. Durant guardou a amostra na carteira para usá-la como símbolo da marca de automóvel que fundou em parceria com o piloto Louis Chevrolet.



Chrysler: A antiga estrela de cinco pontas, formada a partir de um pentágono com cinco triângulos, representa a precisão da engenharia. O logo atual é um escudo com asas, que já havia sido adotado entre as décadas de 30 e 50.





Citroën: Os dois "V" invertidos, conhecidos na França como " Deux Chevron", simbolizam a engrenagem bi-helicoidal criada pelo engenheiro Andre Citroën, fundador da marca francesa.




DKW-Vemag: A fábrica foi inaugurada em 1955, pelo presidente JK. A antiga Vemag - Veículos e Máquinas Agrícolas dedicava-se, desde 1945, à importação de veículos Studebaker dos Estados Unidos, bem como à fabricação de tratores. Da união com a DKW alemã surgiu, em 1957, o primeiro veículo de passeio brasileiro, a camioneta Vemaguet, dotada de um barulhento mas amado motor 3 cilindros de 2 tempos.




Dodge: O búfalo simboliza a cidade de Dodge, localizada no estado de Kansas (EUA), no oeste norte-americano. A marca pertence à Chrysler.

História da Puma - Parte 2

Postado por Aqipossa Informativo | quinta-feira, 18 de novembro de 2010


Reveja a primeira parte se você não leu:
http://aqipossa.blogspot.com/2010/11/historia-da-puma-parte-1.html

Ainda em 1972 foi apresentado ao público o PUMA GTB (ex protótipo GTO) , equipado com motor Chevrolet de seis cilindros em linha e 4.100 cm3. O primeiro GTB tinha 4,3 m de comprimento, pesava cerca de 980 kg e era capaz de desenvolver 180 km/h com seu motor de 140cv, mas os planos da empresa não paravam por aí, pois já estava em estudos a construção de um carro popular, o mini-PUMA. Em 1973 a Puma foi ao Salão de Londres e apresentou o modelo GTE, mas a iniciativa sofreu um efeito colateral inesperado: a Ford alemã resolveu processá-la, alegando ter o registro do nome PUMA na Alemanha, um mercado em potencial para a empresa brasileira. A verdade é que a Ford inglesa havia adquirido uma fábrica de nome Puma Power Plat, fabricante de turbinas e geradores elétricos. Assim, o possível processo não deu em nada, apenas ajudou a Puma a se promover internacionalmente. As instalações do Ipiranga já se preparavam para o lançamento do primeiro caminhão da marca em 1974 e, neste ano, a Puma teve seu maior índice de vendas, comercializando mais de mil carros, o que valeu sua entrada na Anfavea e no Sindicato da Indústria Automobilística. Era o momento propício para o lançamento do Mini-Puma, já que a crise do petróleo era uma realidade e o pequeno carro de 650 cm3 (meio motor VW 1300) e dois cilindros - que fazia 20km/litro, seria uma opção bastante viável.

Puma GTB S1 1978

 Mini Puma 1974

Mas o projeto não deu em nada devido, entre outros, aos grandes empréstimos em dólar necessários para viabilizar a produção. Em 1975 a Puma já produzia cerca de três mil carros por ano, exportando seus esportivos para os Estados Unidos, Canadá, Europa e América Latina. A empresa tinha 700 empregados, distribuídos em suas duas instalações: uma dedicada à fabricação de esportivos, e outra para a fabricação do caminhão PUMA 4T Diesel. Tudo corria muito bem para a Puma até que um lote de 200 carros enviados para os Estados Unidos foi devolvido, dando início à derrocada da empresa. Isso aconteceu por que os carros não eram modelos que haviam sido homologados em relação à segurança. Em 1980 a fábrica parou de recolher impostos e obrigações trabalhistas, além de não pagar seus mais de 130 fornecedores, numa maré de azar que foi completada por incêndios e inundações. No Brasil foi lançado em 1979, o PUMA GTB Série II - com novo desenho - e, em 1980, o P018, na verdade uma reestilização do GTE, com suspensão dianteira e traseira da Variant II.

Caminhão Puma 4T

Puma GTB S2 1979

Puma P-18 1984

Variant II 1980

O P018 foi desenvolvido pela Puma para aos poucos substituir as versoes GTI, GTC, ele foi projetado no início de 1981 e era o projeto número 18 da Puma, dai seu nome ter ficado como Puma P018, (P, de projeto). No início os veículos seriam montados com suspensão dianteira Mcpherson (igual a da Variant II), Motor 1.7 a ar, comando P2 , dupla carburação Solex 40, suspensão traseira com homocinéticas (iguais a da Kombi), caixa de câmbio com relações mais longas, tanque de combustível central (deixando espaço na frente para estepe e bagagens) e um item diferente até os dias de hoje, as rodas dianteiras possuem aro 14 tala 6 e as traseiras aro 15 tala 7 com um desenho exclusivo, parecido com as rodas da GTB S2 , alguns itens de conforto como Ar Condicionado, Ar quente, vidros elétricos.

Puma GTI 1980 Exportação

Puma GTC 1983

Infelizmente nem todos os veiculos foram montados com todas estas inovações, às vezes por problemas técnicos, às vezes por motivo de custo, pois sua faixa de preço ficava entre a Puma GTC e a GTB. Foram produzidos menos de 50 veículos entre 1981 e 1985, quando em março a fábrica fechou definitivamente em São Paulo. Quando a Araucária Veículos de Curitiba comprou os direitos para produzir os veículos Puma, ela montou algumas P018 com o nome de AM1, e AM2 (conversíivel). Logo a Alfa Metais assumiu a fábrica e montou estes veículos com Chassi Monobloco em Fibra e Motor AP 1.8 traseiro, com algumas modificações no projeto inicial e batizou de AM3 e AM4 respectivamente.

Dois anos depois os modelos tradicionais receberam outros retoques - como novos pára-choques e lanternas, sendo rebatizados de GTC e GTI - e a idéia do Mini-Puma ressurgiu, desta vez sob a forma do Daihatsu Cuore, que seria fabricado aqui sob licença. Só que de novo o projeto foi engavetado, devido ao enorme acúmulo de dívidas.

Daihatsu Cuore 1990

Em 1984 a produção caiu para 100 carros/ano e, em dezembro, a Puma pediu concordata. Quando todos pensavam que haviam sido encerradas suas atividades, a Araucária Veículos, do Paraná, voltou a produzir os modelos da marca. A Araucária não conseguiu acabar com os problemas da Puma, pelo contrário, e a marca foi vendida para a Alfa-Metais, também do Paraná, que relançou o GTB como AMV e os modelos pequenos como AM3 e AM4 com motor VW "a água" . A primeira iniciativa da Alfa-Metais foi "limpar" o nome PUMA com seus fornecedores, inclusive a Volkswagen, que tinha a empresa em sua lista negra, devido ao não pagamento de um lote de motores. Assim o Puma produziu mais 36 unidades do AMV até meados de 1989, e com a chegada dos importados, em 1991, a produção dos esportivos foi mais uma vez interrompida.

Puma AMV 1989

Fonte: http://www.clubedopuma.com.br/novo/historia?showall=1

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A história da Puma - Parte 1

Postado por Aqipossa Informativo | quinta-feira, 11 de novembro de 2010


A história do PUMA começa junto com o início da indústria automobilística nacional e com desenvolvimento do esporte motorizado no Brasil, época em que a "Mil Milhas" era a competição mais importante do calendário nacional. As equipes de fábrica da Willys, Simca, FNM e Vemag digladiavam-se em busca dos melhores resultados, que depois traduziam-se em publicidade gratuita. No início dos anos 60, os carros que melhor se saíam nas pistas brasileiras eram os DKW e JK, seguidos pelo Simca Chambord e Dauphine; o desengonçado Aero-Willis era incompatível para uso em competições.

 Willis Interlagos Mark One - Mil Milhas 1967



FNM JK - Mil Milhas


 Renault Dauphine 1093 - Mil Milhas 1965

Diante deste quadro, a Willys decidiu produzir aqui o Interlagos, cópia do Alpine A-108 francês. Muito leve, baixo e aerodinâmico, tinha carroceria feita em fibra de vidro, e seu conjunto mecânico era praticamente o mesmo da linha Dauphine/Gordini. O Interlagos obteve sucesso nas pistas, colocando o departamento esportivo da Vemag em pânico: como superar as berlinetas da Willys com o Belcar que, afinal de contas, não era um carro esporte, e passava quase o dobro? Diante do desastre eminente, Jorge Lettry - chefe do departamento da Vemag - entrou em contato com Genaro "Rino" Malzoni, fabricante de cachaça em Matão, SP, cujo hobby era "vestir" em sua Fazenda, chassis de automóveis de série com carrocerias esportivas.

Willis Interlagos Berlineta

Renault Alpine A-108 1960

DKV Belcar 1967

Este contato possibilitou uma interessante troca de informações a respeito de um protótipo feito por Malzoni parecido com a Ferrari 275 GTB, mas com chassi e motor de dois tempos e três cilindros DKW. Assim, em 10 de outubro de 1964 o Malzoni GT, como passou a ser chamado, estreou em Interlagos, no Grande Prêmio das Américas, colocando-se em primeiro lugar na classe dos protótipos. Porém, mesmo utilizando o motor Vemag especial de 100 cv, mostrou-se lento, o que levou seus idealizadores a reconstruir a carroceria utilizando fibra de vidro. A Fibraplastic foi escolhida para fazer o serviço, e o resultado foi uma berlineta de peso bastante inferior, o que levou a Vemag a comprar três protótipos e ganhar cinco corridas em 1965.

Ferrari 275 GTB 1965

DKV GT Malzoni 1965

DKV GT Malzoni Grande Prêmio das Américas

Estes carros tinham motor de três cilindros, dois tempos e 981 cm3, que desenvolvia a potência de 60cv a 4.500 rpm e seu peso total era de 810 kg; a velocidade máxima era 145 km/h. Diante de um quadro tão promissor, Genaro Malzoni, com a supervisão técnica de Lettry, se associou a Luis Roberto Alves da Costa, Milton Masteguin e o piloto Mario Cesar de Camargo Filho e fundou a Sociedade de Automóveis Lumimari. A idéia era produzir o esportivo em pequena série, para a homologação na categoria GT. A Vemag passou a fornecer chassi e motores para a Lumimari que, em 1966, apresentou no "V Salão do Automóvel" o GT Malzoni Especial, com acabamento de luxo.
  
A pequena empresa foi reconhecida em 14 de setembro de 1966 pelo GEIMEC (Grupo Executivo das Indústrias Mecânicas) como integrante do parque automobilístico brasileiro, e mudou seu nome para Puma Veículos e Motores; o DKW Malzoni recebeu o nome de PUMA GT.

 Puma GT 1973

No primeiro ano de existência a Puma produziu apenas 35 carros, número que cresceu em 1967 para 125 unidades, graças em parte ao bom desempenho nas pistas, como na "1000 Milhas" de 1966, quando carros da marca conquistaram segundo, terceiro e quarto lugares, além de levar o Piloto Norman Casari ao título do campeonato carioca. Em 1967 a Simca foi absorvida pela Chrysler, a Willis pela Ford e a Vemag pela Volkswagen. Com o fim da produção dos DKW, a Puma teve de projetar outro esportivo, com mecânica ainda produzida, e a escolha recaiu em outro projeto alemão: o novo GT utilizaria chassi e suspensões Karmann-Ghia e motor Volkswagen arrefecido a ar, de 4 cilindros e 1.500 cm3. O novo PUMA GT não lembrava mais as linhas da Ferrari 275 GTB, pois inspirava-se em modelos mais atuais da época, como o Alfa- Romeo Duetto e Lamborghini Miura.

Karmann-Ghia 1957

 Alfa- Romeo Duetto 1967

  Lamborghini Miura 1969

Em 1970 o PUMA GT 1500 era exposto pela primeira vez num evento internacional, a Feira Ibero-Americana de Sevilha, na Espanha e, no mesmo ano, teve sua cilindrada aumentada para 1600 - conhecido como 1600 GTE - no modelo básico, ficando como opcional motores de 1700, 1800, 1900 e 2000. Para 1971 a fábrica lançou o 1600 GTS, conversível, fazendo a produção atingir 323 unidades, com 484 em 1972 e 769 em 1973, ano em que a PUMA vendeu direitos de construção de seu veículo à Bromer Motor Assemblies, que passou a construir os esportivos sob licença no mercado da África do Sul.

Puma GTE 1600 1971

Puma GTS 1972 Convesrível

Continua semana que vem.


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